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Daniel Pinheiro
"Quando se decidir firmemente a viver uma vida pura, a castidade não será um peso para você. Será uma coroa de triunfo”. São Josemaria Escrivá
sábado, 9 de maio de 2009
Sobre amizade e homens
Deixando um homem ser um homem
Esse é um excelente post de Anthony Buono (de 29 de abril 2009), um dos escritores do canal Teologia do Corpo de Catholic Exchange (http://tob.catholicexchange.com). Ele revela as diferenças entre homem e mulher com relação à amizade conjugal.
Amizade com homens
As mulheres possuem uma habilidade maior para fazerem amizades e para serem amigas. Pode-se dizer, falando melhor, que elas, por natureza, são inclinadas ao cuidar. As mulheres cuidam, especificamente, de pessoas. Elas são capazes, intuitivamente, de entrar na realidade interior dos seres humanos. E isso as torna mais capazes de ser e ter amigos.
Não é surpresa para ninguém que a mulher faz amizade com outras mulheres com muita facilidade. Elas mostram interesse uma nas outras. Elas gostam de trocar informações pessoais. Perseguem com sinceridade o conhecimento da outra pessoa para além da apresentação externa.
Os homens, por outro lado, são primariamente interessados no mundo exterior. Por natureza, os homens focam mais no “que” ao invés do “quem” na vida. É claro, eu não estou dizendo que os homens não possuem habilidade de “cuidar”. Estou apenas ressaltando que as mulheres têm mais facilidade do que os homens na amizade. Os homens se conhecem uns aos outros mais pelas ações do que pela conversa. Eles não se sentam e ficam trocando idéias sobre o que sentem por dentro, ou seus gostos e desgostos. Eles apenas agem, e falam dentro de situações, e o conhecimento sobre o homem se revela durante o processo. É por isso que os homens são muito mais transparentes que as mulheres. Você consegue saber o que um homem está pensando ou o que ele quer, porque ele se externaliza. As mulheres mantêm as coisas no interior e dificilmente se pode perceber o que sentem a partir do exterior.
Por que é tão importante considerar isso? Porque em namoros e no casamento pode haver uma preocupação excessiva por parte das mulheres, por elas desejarem que o homem seja o “melhor amigo” em um nível tal que é provavelmente fora da realidade. Sou totalmente a favor da amizade no namoro e no casamento, mas a amizade necessária para o casamento precisa ser definida e compreendida. Não pode ser entendida como se a mulher fosse conseguir uma pessoa com quem pudesse conversar todo tempo que quisesse, e sobre qualquer coisa.
Para conhecer qualquer pessoa de verdade, inevitavelmente terá que haver conversação falada. A razão é que nunca se pode conhecer “realmente” o que uma pessoa está falando ou experimentando no nível pessoal, ou porque fez algo, enquanto a pessoa não falar. As ações podem sim revelar verdades sobre a pessoa, mas as ações sozinhas não bastam para trazer todas as informações sobre a pessoa inteira. Então, os homens têm que falar e ser capazes de manter conversas com as mulheres. Eles não podem simplesmente ser muito tímidos e não falarem nada.
Por definição, uma pessoa é um ser que age. Então, o que uma pessoa faz transmite muito do que ela é. Entretanto, como seres humanos, temos uma natureza humana decaída, que nos inclina ao pecado. E, de fato, pecamos todos os dias. Agora, os nossos atos pecaminosos devem definir quem somos como pessoas? Seria injusto se fosse assim, porque todos têm a liberdade, caso se abandone a graça, de ser perdoados e de ter uma nova chance. A maneira com que se recupera dessas quedas diz muito mais sobre a pessoa. Obviamente, alguém que continue fazendo as mesmas coisas repetidamente provavelmente não vai parar de fazê-las. Portanto, as ações devem ser julgadas periodicamente, ao invés de apenas em momentos.
Essa é a cortesia que os homens precisam desesperadamente receber das mulheres hoje em dia, porque os homens são mais orientados para a ação do que as mulheres. Portanto, os homens estão mais propensos a fazer coisas estúpidas do que as mulheres. Os homens precisam de uma paciência extra das mulheres, se forem tentar atingir o nível de amizade que as mulheres desejam.
As mulheres têm que entender, entretanto, que os homens, tipicamente, não “precisam” do tipo de amizade profunda que as mulheres desejam. É por isso que é importante para as mulheres ter amigas mulheres próximas. Há necessidades que as mulheres têm, a nível de amizade, que não se pode esperar que seja preenchida por um homem. Eu compreendo que há um ideal no casamento moderno que o homem e a mulher sejam algo como “melhores amigos”, mas isso não deve nos distrair dos aspectos práticos da vocação matrimonial aos olhos de Deus. Os dois se tornam uma só carne, mas não uma só pessoa. Sempre haverá dois indivíduos únicos no casamento, o que significa que a pessoalidade de ambos sempre vai estar se desenvolvendo e se formando. A ligação de amizade no matrimônio traz amor, segurança, sacrifício, e interesse no bem do outro. Nessa amizade só se cresce juntos.
Mas é impossível a um homem preencher completamente uma mulher, assim como é impossível a um mulher preencher completamente um homem. Acima de tudo, só Deus pode preencher completamente uma pessoa. Isso é dado. Mas também, as pessoas precisam de outras pessoas para fazê-las sempre continuar sendo pessoas inteiras. Alguns casais têm grandes problemas em lidar com o que o outro faz fora da relação dos dois. Há uma possessividade que faz as pessoas acharem horrível quando o(a) namorado(a) ou cônjuge faz algo sem elas ou não falam para elas tudo que esperam ouvir. Essas pessoas que são assim se sentem traídas, pois acreditam que o verdadeiro amor significa fazer toda e qualquer coisa sempre junto, e só compartilhar as coisas com aquela única pessoa. E não gostam também se uma coisa que falaram entre si é compartilhada com qualquer outra pessoa.
A amizade no casamento não é isso. A amizade não significa possuir cada pequeno pedaço de informação sobre o outro, nem fazer todas as coisas juntos, caso contrário o amor não seria verdadeiro ou real. Há casais que realmente parecem ser assim. Porém, casais muitos bons terminaram seus relacionamentos por não serem assim. E isso é errado. As mulheres vão ter dificuldades em encontrar um homem que deseje contar tudo e queira fazer tudo com elas. Alguns homens podem gostar de ser assim, mas não a maioria. Os homens definitivamente têm que se abrir mais para as mulheres, mas as mulheres definitivamente precisam de uma amiga para ter com quem abrir o coração, e falar sobre tudo. Tipicamente as mulheres encontram isso em uma outra mulher. É por isso que, quando cada cônjuge tem seus amigos (a mulher amigas mulheres; o homem amigos homens) nesse caso há muitos casamentos felizes. Essas amizades fora do casal dão força para a pessoa e os fazem ser melhores cônjuges um para o outro.
As mulheres não deveriam cobrar demais dos homens no sentido de ser os amigos que precisam para conversar. Mas os homens precisam, sim, falar mais com as mulheres. As mulheres precisam de conversa. Elas precisam saber o que está se passando por dentro. Muitas vezes o homem sequer sabe muito bem o que se passa em seu interior para compartilhar com alguém. As mulheres precisam ter paciência com isso.
Não desista de um homem que define sua pessoa pelas próprias ações. Só porque ele não fala tanto quanto você deseja não quer dizer que ele não vai ser um bom esposo e bom pai. Assegure-se de ter amigos(as) que fazem de você uma pessoa melhor, e então pegue essa melhoria e traga para o namoro ou a amizade conjugal.
_________________________________
Traduzido de: Blog True Sexual Revolution
Link: http://truesexualrevolution.blogspot.com/2009/05/letting-man-be-man-this-is-excellent.html
Esse é um excelente post de Anthony Buono (de 29 de abril 2009), um dos escritores do canal Teologia do Corpo de Catholic Exchange (http://tob.catholicexchange.com). Ele revela as diferenças entre homem e mulher com relação à amizade conjugal.
Amizade com homens
As mulheres possuem uma habilidade maior para fazerem amizades e para serem amigas. Pode-se dizer, falando melhor, que elas, por natureza, são inclinadas ao cuidar. As mulheres cuidam, especificamente, de pessoas. Elas são capazes, intuitivamente, de entrar na realidade interior dos seres humanos. E isso as torna mais capazes de ser e ter amigos.
Não é surpresa para ninguém que a mulher faz amizade com outras mulheres com muita facilidade. Elas mostram interesse uma nas outras. Elas gostam de trocar informações pessoais. Perseguem com sinceridade o conhecimento da outra pessoa para além da apresentação externa.
Os homens, por outro lado, são primariamente interessados no mundo exterior. Por natureza, os homens focam mais no “que” ao invés do “quem” na vida. É claro, eu não estou dizendo que os homens não possuem habilidade de “cuidar”. Estou apenas ressaltando que as mulheres têm mais facilidade do que os homens na amizade. Os homens se conhecem uns aos outros mais pelas ações do que pela conversa. Eles não se sentam e ficam trocando idéias sobre o que sentem por dentro, ou seus gostos e desgostos. Eles apenas agem, e falam dentro de situações, e o conhecimento sobre o homem se revela durante o processo. É por isso que os homens são muito mais transparentes que as mulheres. Você consegue saber o que um homem está pensando ou o que ele quer, porque ele se externaliza. As mulheres mantêm as coisas no interior e dificilmente se pode perceber o que sentem a partir do exterior.
Por que é tão importante considerar isso? Porque em namoros e no casamento pode haver uma preocupação excessiva por parte das mulheres, por elas desejarem que o homem seja o “melhor amigo” em um nível tal que é provavelmente fora da realidade. Sou totalmente a favor da amizade no namoro e no casamento, mas a amizade necessária para o casamento precisa ser definida e compreendida. Não pode ser entendida como se a mulher fosse conseguir uma pessoa com quem pudesse conversar todo tempo que quisesse, e sobre qualquer coisa.
Para conhecer qualquer pessoa de verdade, inevitavelmente terá que haver conversação falada. A razão é que nunca se pode conhecer “realmente” o que uma pessoa está falando ou experimentando no nível pessoal, ou porque fez algo, enquanto a pessoa não falar. As ações podem sim revelar verdades sobre a pessoa, mas as ações sozinhas não bastam para trazer todas as informações sobre a pessoa inteira. Então, os homens têm que falar e ser capazes de manter conversas com as mulheres. Eles não podem simplesmente ser muito tímidos e não falarem nada.
Por definição, uma pessoa é um ser que age. Então, o que uma pessoa faz transmite muito do que ela é. Entretanto, como seres humanos, temos uma natureza humana decaída, que nos inclina ao pecado. E, de fato, pecamos todos os dias. Agora, os nossos atos pecaminosos devem definir quem somos como pessoas? Seria injusto se fosse assim, porque todos têm a liberdade, caso se abandone a graça, de ser perdoados e de ter uma nova chance. A maneira com que se recupera dessas quedas diz muito mais sobre a pessoa. Obviamente, alguém que continue fazendo as mesmas coisas repetidamente provavelmente não vai parar de fazê-las. Portanto, as ações devem ser julgadas periodicamente, ao invés de apenas em momentos.
Essa é a cortesia que os homens precisam desesperadamente receber das mulheres hoje em dia, porque os homens são mais orientados para a ação do que as mulheres. Portanto, os homens estão mais propensos a fazer coisas estúpidas do que as mulheres. Os homens precisam de uma paciência extra das mulheres, se forem tentar atingir o nível de amizade que as mulheres desejam.
As mulheres têm que entender, entretanto, que os homens, tipicamente, não “precisam” do tipo de amizade profunda que as mulheres desejam. É por isso que é importante para as mulheres ter amigas mulheres próximas. Há necessidades que as mulheres têm, a nível de amizade, que não se pode esperar que seja preenchida por um homem. Eu compreendo que há um ideal no casamento moderno que o homem e a mulher sejam algo como “melhores amigos”, mas isso não deve nos distrair dos aspectos práticos da vocação matrimonial aos olhos de Deus. Os dois se tornam uma só carne, mas não uma só pessoa. Sempre haverá dois indivíduos únicos no casamento, o que significa que a pessoalidade de ambos sempre vai estar se desenvolvendo e se formando. A ligação de amizade no matrimônio traz amor, segurança, sacrifício, e interesse no bem do outro. Nessa amizade só se cresce juntos.
Mas é impossível a um homem preencher completamente uma mulher, assim como é impossível a um mulher preencher completamente um homem. Acima de tudo, só Deus pode preencher completamente uma pessoa. Isso é dado. Mas também, as pessoas precisam de outras pessoas para fazê-las sempre continuar sendo pessoas inteiras. Alguns casais têm grandes problemas em lidar com o que o outro faz fora da relação dos dois. Há uma possessividade que faz as pessoas acharem horrível quando o(a) namorado(a) ou cônjuge faz algo sem elas ou não falam para elas tudo que esperam ouvir. Essas pessoas que são assim se sentem traídas, pois acreditam que o verdadeiro amor significa fazer toda e qualquer coisa sempre junto, e só compartilhar as coisas com aquela única pessoa. E não gostam também se uma coisa que falaram entre si é compartilhada com qualquer outra pessoa.
A amizade no casamento não é isso. A amizade não significa possuir cada pequeno pedaço de informação sobre o outro, nem fazer todas as coisas juntos, caso contrário o amor não seria verdadeiro ou real. Há casais que realmente parecem ser assim. Porém, casais muitos bons terminaram seus relacionamentos por não serem assim. E isso é errado. As mulheres vão ter dificuldades em encontrar um homem que deseje contar tudo e queira fazer tudo com elas. Alguns homens podem gostar de ser assim, mas não a maioria. Os homens definitivamente têm que se abrir mais para as mulheres, mas as mulheres definitivamente precisam de uma amiga para ter com quem abrir o coração, e falar sobre tudo. Tipicamente as mulheres encontram isso em uma outra mulher. É por isso que, quando cada cônjuge tem seus amigos (a mulher amigas mulheres; o homem amigos homens) nesse caso há muitos casamentos felizes. Essas amizades fora do casal dão força para a pessoa e os fazem ser melhores cônjuges um para o outro.
As mulheres não deveriam cobrar demais dos homens no sentido de ser os amigos que precisam para conversar. Mas os homens precisam, sim, falar mais com as mulheres. As mulheres precisam de conversa. Elas precisam saber o que está se passando por dentro. Muitas vezes o homem sequer sabe muito bem o que se passa em seu interior para compartilhar com alguém. As mulheres precisam ter paciência com isso.
Não desista de um homem que define sua pessoa pelas próprias ações. Só porque ele não fala tanto quanto você deseja não quer dizer que ele não vai ser um bom esposo e bom pai. Assegure-se de ter amigos(as) que fazem de você uma pessoa melhor, e então pegue essa melhoria e traga para o namoro ou a amizade conjugal.
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Traduzido de: Blog True Sexual Revolution
Link: http://truesexualrevolution.blogspot.com/2009/05/letting-man-be-man-this-is-excellent.html
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Vídeo - "O fim do silêncio" ou "O grito silencioso"?
do Blog "Vivo pela Vida"
Foi lançado no Rio o documentário "O Fim do Silêncio", que apresenta depoimentos de mulheres que fizeram aborto com o objetivo de promover a descriminalização do mesmo.
O filme é financiado pelo Governo Federal através da Fundação Fiocruz, ou seja, utiliza dinheiro público para divulgar sua ideologia.
Em uma entrevista à TV Canção Nova, o repórter perguntou à diretora, Thereza Jessouroun, se, além de focar a saúde das mulheres, ela em algum momento também pensara na “saúde” das crianças no ventre delas. “É… olha só… é uma questão… Não é que eu não pense na saúde das… dos… das crianças, não é isso… Eu estou falando sobre o aborto. É outro tema” – ela respondeu, claramente apreensiva.
Como a reportagem foi editada, enviamos um e-mail à cineasta, perguntando se ela teria algo a acrescentar em relação à sua “explicação” que foi divulgada. Ainda não obtivemos resposta, mas receio, com sincero pesar, que na verdade não haja uma resposta satisfatória – nem ao menos lógica…
Uma vez, num debate sobre o tema (tá no youtube, pra quem quiser ver), tentei perguntar a uma militante pró-legalização por que elas insistiam em falar sobre o tal “direito ao próprio corpo”, quando na verdade todos sabem que é outro corpo (até o mais materialista dos biólogos). Ela não entendeu muito bem, se enrolou e só conseguiu dizer, de forma semelhante à Jessouroun: “não é que a gente não defenda a vida das crianças…” (sem logicamente explicar em quê consistia essa defesa). E abriu caminho pra outra debatedora, contrária ao aborto, soltar depois: “o corpo da mulher não é formado de ‘cabeça, tronco, membros e criança’, não!…”.
Óbvio.
Foi lançado no Rio o documentário "O Fim do Silêncio", que apresenta depoimentos de mulheres que fizeram aborto com o objetivo de promover a descriminalização do mesmo.
O filme é financiado pelo Governo Federal através da Fundação Fiocruz, ou seja, utiliza dinheiro público para divulgar sua ideologia.
Em uma entrevista à TV Canção Nova, o repórter perguntou à diretora, Thereza Jessouroun, se, além de focar a saúde das mulheres, ela em algum momento também pensara na “saúde” das crianças no ventre delas. “É… olha só… é uma questão… Não é que eu não pense na saúde das… dos… das crianças, não é isso… Eu estou falando sobre o aborto. É outro tema” – ela respondeu, claramente apreensiva.
Como a reportagem foi editada, enviamos um e-mail à cineasta, perguntando se ela teria algo a acrescentar em relação à sua “explicação” que foi divulgada. Ainda não obtivemos resposta, mas receio, com sincero pesar, que na verdade não haja uma resposta satisfatória – nem ao menos lógica…
Uma vez, num debate sobre o tema (tá no youtube, pra quem quiser ver), tentei perguntar a uma militante pró-legalização por que elas insistiam em falar sobre o tal “direito ao próprio corpo”, quando na verdade todos sabem que é outro corpo (até o mais materialista dos biólogos). Ela não entendeu muito bem, se enrolou e só conseguiu dizer, de forma semelhante à Jessouroun: “não é que a gente não defenda a vida das crianças…” (sem logicamente explicar em quê consistia essa defesa). E abriu caminho pra outra debatedora, contrária ao aborto, soltar depois: “o corpo da mulher não é formado de ‘cabeça, tronco, membros e criança’, não!…”.
Óbvio.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Vídeo - Crystalina Evert: "Romance sem Arrependimentos"
Esse vídeo é o testemunho de Crystalina Evert, esposa de Jason Evert, em uma das mais de 200 palestras "Romance without Regret" que o casal faz por ano em escolas e grupos de jovens.
Imperdível!
Link You Tube direto: http://www.youtube.com/watch?v=uv54_kGRKLM
Imperdível!
Link You Tube direto: http://www.youtube.com/watch?v=uv54_kGRKLM
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Planejamento Familiar Natural ou Paternidade Responsável - o que é?
O que é o Planejamento Familiar Natural (ou paternidade responsável, ou regulação natural da procriação)?
É uma maneira de seguir o plano de Deus, seja para conseguir ou para adiar a gravidez, usando os meios físicos que Deus mesmo colocou na natureza humana.
Há mais do que uma forma de planejamento familiar natural?
Sim, há duas formas básicas distintas:
a) Amamentação – poucas pessoas sabem disso, mas o tipo correto de amamentação pode adiar o retorno da fertilidade
b) Sistemática – é baseada na observação sistemática dos sinais de fertilidade e infertilidade do ciclo menstrual da mulher, sinais esses que ocorrem naturalmente.
Há diferentes métodos sistemáticos de planejamento familiar natural (ou paternidade responsável)?
Sim. A forma sistemática da paternidade responsável consiste de vários “métodos” ou sistemas que objetivam determinar os períodos férteis e inférteis do ciclo feminino. O mais seguro é o Método Sintomático-Termal. Ele usa todos os sinais comuns de fertilidade, fazendo checagens cruzadas. Outro sistema comum foca-se primariamente nas mudanças no muco, sendo frequentemente chamado “Método da Ovulação”. Alguns casais usam uma forma baseada somente nas alterações da temperatura corporal, e alguns usam as alterações no cérvix em combinação com o sinal da temperatura ou do muco vaginal.
Qual a efetividade do modo sistemático de Planejamento Familiar Natural (ou Paternidade Responsável) para evitar a gravidez?
Não temos a menor dúvida de que os casais devidamente isntruídos e motivados podem praticar o Método Sintomático-Termal com um nível de 99% de efetividade para evitar gravidez. Vários estudos mostraram que o “uso perfeito” do método traz esse resultado. Isso significa que os casais nos estudos seguiram as regras. Um estudo alemão sobre o método sintomático-termal publicado em fevereiro de 2007 mostrou uma efetividade de 99,6% (igual ou superior a outros métodos artificiais, como a pílula). Por outro lado, se os casais férteis não seguirem as regras e engajarem-se em atos matrimoniais (relação sexual) durante o período fértil, a gravidez poderá vir, mais cedo ou mais tarde.
É importante perceber que os sistemas atuais são muito diferentes do antigo Calendário ou “Tabelinha”, que foi desenvolvido e ensinado nos anos 30 do século XX.
Há alguma vantagem em se usar o planejamento familiar natural, ou paternidade responsável?
Sim. Veja as vantagens:
- Evita os riscos à saúde do controle de natalidade por pílulas de hormônios (que incluem maior risco de câncer de mama, diminuição da densidade óssea, efeitos psicológicos como depressão ou irritabilidade acentuada, inchaço do corpo etc)
- Maior consciência da saúde e possibilidade de cuidar melhor da sua saúde
- Benefícios da amamentação para mães e bebês
- Certeza de que seu corpo esta funcionando bem. Se o seu ciclo fértil se torna consistentemente muito diferente do normal, isso ativa seu alerta. Se seus ciclos estão dentro do normal, é uma certeza de que seu sistema de fertilidade está funcionando bem
- Reconhecimento precoce da gravidez e maior certeza no estabelecimento do dia da concepção. O gráfico da temperatura é a melhor maneira de saber se está grávida ou não, e estimar o dia do nascimento.
- Fortalecimento do matrimônio. Nos Estados Unidos, com a cultura dos anticoncepcionais, há 50 divórcios para cada 100 casamentos. Entre os usuários do planejamento familiar natural ou paternidade responsável, há evidências que mostram que há menos de 5 divórcios para cada 100 casamentos. Não há nada de automaticamente fortalecedor do matrimônio no ato de anotar temperaturas e observar o muco, mas a prática do método natural com autodisciplina e generosidade ajuda a construir as atitudes, a comunicação e o respeito que são necessários para casamentos saudáveis e felizes.
- Paz. Não podemos contar quantos milhares ou milhões de casais colocaram de lado seu passado de pecado e experimentaram a paz que somente Deus pode dar às pessoas que caminham com o Senhor Jesus.
_________________________________
Trecho de artigo traduzido do site “NFP and More” (Planej. Familiar Natural e mais): http://nfpandmore.org
Link: http://nfpandmore.org/NFP%20How%20To%20Chapter%201%20What%20and%20Why.pdf
É uma maneira de seguir o plano de Deus, seja para conseguir ou para adiar a gravidez, usando os meios físicos que Deus mesmo colocou na natureza humana.
Há mais do que uma forma de planejamento familiar natural?
Sim, há duas formas básicas distintas:
a) Amamentação – poucas pessoas sabem disso, mas o tipo correto de amamentação pode adiar o retorno da fertilidade
b) Sistemática – é baseada na observação sistemática dos sinais de fertilidade e infertilidade do ciclo menstrual da mulher, sinais esses que ocorrem naturalmente.
Há diferentes métodos sistemáticos de planejamento familiar natural (ou paternidade responsável)?
Sim. A forma sistemática da paternidade responsável consiste de vários “métodos” ou sistemas que objetivam determinar os períodos férteis e inférteis do ciclo feminino. O mais seguro é o Método Sintomático-Termal. Ele usa todos os sinais comuns de fertilidade, fazendo checagens cruzadas. Outro sistema comum foca-se primariamente nas mudanças no muco, sendo frequentemente chamado “Método da Ovulação”. Alguns casais usam uma forma baseada somente nas alterações da temperatura corporal, e alguns usam as alterações no cérvix em combinação com o sinal da temperatura ou do muco vaginal.
Qual a efetividade do modo sistemático de Planejamento Familiar Natural (ou Paternidade Responsável) para evitar a gravidez?
Não temos a menor dúvida de que os casais devidamente isntruídos e motivados podem praticar o Método Sintomático-Termal com um nível de 99% de efetividade para evitar gravidez. Vários estudos mostraram que o “uso perfeito” do método traz esse resultado. Isso significa que os casais nos estudos seguiram as regras. Um estudo alemão sobre o método sintomático-termal publicado em fevereiro de 2007 mostrou uma efetividade de 99,6% (igual ou superior a outros métodos artificiais, como a pílula). Por outro lado, se os casais férteis não seguirem as regras e engajarem-se em atos matrimoniais (relação sexual) durante o período fértil, a gravidez poderá vir, mais cedo ou mais tarde.
É importante perceber que os sistemas atuais são muito diferentes do antigo Calendário ou “Tabelinha”, que foi desenvolvido e ensinado nos anos 30 do século XX.
Há alguma vantagem em se usar o planejamento familiar natural, ou paternidade responsável?
Sim. Veja as vantagens:
- Evita os riscos à saúde do controle de natalidade por pílulas de hormônios (que incluem maior risco de câncer de mama, diminuição da densidade óssea, efeitos psicológicos como depressão ou irritabilidade acentuada, inchaço do corpo etc)
- Maior consciência da saúde e possibilidade de cuidar melhor da sua saúde
- Benefícios da amamentação para mães e bebês
- Certeza de que seu corpo esta funcionando bem. Se o seu ciclo fértil se torna consistentemente muito diferente do normal, isso ativa seu alerta. Se seus ciclos estão dentro do normal, é uma certeza de que seu sistema de fertilidade está funcionando bem
- Reconhecimento precoce da gravidez e maior certeza no estabelecimento do dia da concepção. O gráfico da temperatura é a melhor maneira de saber se está grávida ou não, e estimar o dia do nascimento.
- Fortalecimento do matrimônio. Nos Estados Unidos, com a cultura dos anticoncepcionais, há 50 divórcios para cada 100 casamentos. Entre os usuários do planejamento familiar natural ou paternidade responsável, há evidências que mostram que há menos de 5 divórcios para cada 100 casamentos. Não há nada de automaticamente fortalecedor do matrimônio no ato de anotar temperaturas e observar o muco, mas a prática do método natural com autodisciplina e generosidade ajuda a construir as atitudes, a comunicação e o respeito que são necessários para casamentos saudáveis e felizes.
- Paz. Não podemos contar quantos milhares ou milhões de casais colocaram de lado seu passado de pecado e experimentaram a paz que somente Deus pode dar às pessoas que caminham com o Senhor Jesus.
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Trecho de artigo traduzido do site “NFP and More” (Planej. Familiar Natural e mais): http://nfpandmore.org
Link: http://nfpandmore.org/NFP%20How%20To%20Chapter%201%20What%20and%20Why.pdf
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terça-feira, 5 de maio de 2009
Meu namorado me traiu. Como posso confiar nele?
Por Jason Evert
Meu namorado admitiu que me traiu, e passamos por um período difícil. Ele ainda paquera outras garotas, mas eu não acho que isso é assim tão problemático, já que eu também faço algo parecido com meus amigos homens. Ele é um cavalheiro, respeita as mulheres. Eu só não sei mais se confio 100% nele. Esse sentimento de desconfiança vai passar um dia?
Você disse que não sabia se confiava 100% nele, mas eu sei que isso não é verdade. Você sabe que não confia nele 100%. Ninguém confia 99% em outra pessoa, não existe isso. Ou é confiança total ou não é.
O que você quer não é que seus sentimentos de desconfiança desapareçam, mas sim que ele se torne confiável. Você não pode fazer isso, depende dele. Desse jeito seus sentimentos de desconfiança só aumentarão. Isso porque, se seu namorado paquera com outras garotas, ele está lhe traindo cada vez que faz isso. A mesma coisa vale para você.
A fidelidade não é só no corpo. Se você se comprometeu com uma pessoa, então se comprometeu com todo seu ser. Isso implica uma promessa de fidelidade de seus olhos, seu coração, sua mente, sua fala, suas intenções etc. e tudo que te faz pessoa. Por exemplo, imagine que você está assistindo televisão a 2 mil quilômetros de distância dele. Você deve ser fiel a ele com o que você vê. Isso significa que você não assistiria nada que o desonrasse. Você deve desejar ser fiel em cada parte daquilo que você é.
Com relação à paquera, se eu fico flertando uma mulher para que ela preste atenção em mim, por que faço isso? Por que quero que elas me notem? Será que é para eu me sentir seguro às suas custas, mesmo sem intenção de namorar com elas? Se é assim, não estaria somente usando essas mulheres, estaria desonrando a minha mulher. Por que ele precisa da atenção delas? Sua atenção já não basta para ele?
Cada vez que ele flerta com outra pessoa, ele está enviando uma mensagem a você, dizendo que você não é suficiente para ele. Mesmo que você esteja fazendo o mesmo, dói. Mesmo que ele não esteja dormindo com essas mulheres, essas paqueras ainda assim são um desrespeito a você, e isso é inaceitável em um relacionamento de amor. Talvez você ache que esses flertes dele não são lá essas coisas todas só porque ele já lhe traiu fisicamente antes. Mas eu sei que ainda assim te incomoda, porque você tem um coração.
Você diz que ele é um cavalheiro, e que ele realmente respeita as mulheres. Eu não o conheço, mas eu sei que muitos homens infiéis são gentis. Ser um desajeitado ou bruto simplesmente não aumenta suas chances de sucesso. Eu simplesmente não posso aceitar a idéia que ele respeita as mulheres se ele flerta com qualquer outra pessoa na terra que não você. É fácil conversar sobre ser namorado/namorada, e ficar todo carinhoso no telefone, mas o real valor do amor é provado no sacrifício de coisas como por exemplo 100% de fidelidade. Eu gostaria somente que você pudesse observá-lo 24 horas por dia, quando ele não está com você. Eu não sei o que ele faz, para quem ele olha, ou o que ele pensa. Mas o problema é que você também não sabe. Se eu fosse você, saía dessa agora. Afinal de contas, você quer acabar casada com um rapaz que fica paquerando as outras mulheres por aí?
____________________________________
Traduzido de: Pure Love Club
Link: http://www.chastity.com/chastity/index.php?id=7&entryid=12
Meu namorado admitiu que me traiu, e passamos por um período difícil. Ele ainda paquera outras garotas, mas eu não acho que isso é assim tão problemático, já que eu também faço algo parecido com meus amigos homens. Ele é um cavalheiro, respeita as mulheres. Eu só não sei mais se confio 100% nele. Esse sentimento de desconfiança vai passar um dia?
Você disse que não sabia se confiava 100% nele, mas eu sei que isso não é verdade. Você sabe que não confia nele 100%. Ninguém confia 99% em outra pessoa, não existe isso. Ou é confiança total ou não é.
O que você quer não é que seus sentimentos de desconfiança desapareçam, mas sim que ele se torne confiável. Você não pode fazer isso, depende dele. Desse jeito seus sentimentos de desconfiança só aumentarão. Isso porque, se seu namorado paquera com outras garotas, ele está lhe traindo cada vez que faz isso. A mesma coisa vale para você.
A fidelidade não é só no corpo. Se você se comprometeu com uma pessoa, então se comprometeu com todo seu ser. Isso implica uma promessa de fidelidade de seus olhos, seu coração, sua mente, sua fala, suas intenções etc. e tudo que te faz pessoa. Por exemplo, imagine que você está assistindo televisão a 2 mil quilômetros de distância dele. Você deve ser fiel a ele com o que você vê. Isso significa que você não assistiria nada que o desonrasse. Você deve desejar ser fiel em cada parte daquilo que você é.
Com relação à paquera, se eu fico flertando uma mulher para que ela preste atenção em mim, por que faço isso? Por que quero que elas me notem? Será que é para eu me sentir seguro às suas custas, mesmo sem intenção de namorar com elas? Se é assim, não estaria somente usando essas mulheres, estaria desonrando a minha mulher. Por que ele precisa da atenção delas? Sua atenção já não basta para ele?
Cada vez que ele flerta com outra pessoa, ele está enviando uma mensagem a você, dizendo que você não é suficiente para ele. Mesmo que você esteja fazendo o mesmo, dói. Mesmo que ele não esteja dormindo com essas mulheres, essas paqueras ainda assim são um desrespeito a você, e isso é inaceitável em um relacionamento de amor. Talvez você ache que esses flertes dele não são lá essas coisas todas só porque ele já lhe traiu fisicamente antes. Mas eu sei que ainda assim te incomoda, porque você tem um coração.
Você diz que ele é um cavalheiro, e que ele realmente respeita as mulheres. Eu não o conheço, mas eu sei que muitos homens infiéis são gentis. Ser um desajeitado ou bruto simplesmente não aumenta suas chances de sucesso. Eu simplesmente não posso aceitar a idéia que ele respeita as mulheres se ele flerta com qualquer outra pessoa na terra que não você. É fácil conversar sobre ser namorado/namorada, e ficar todo carinhoso no telefone, mas o real valor do amor é provado no sacrifício de coisas como por exemplo 100% de fidelidade. Eu gostaria somente que você pudesse observá-lo 24 horas por dia, quando ele não está com você. Eu não sei o que ele faz, para quem ele olha, ou o que ele pensa. Mas o problema é que você também não sabe. Se eu fosse você, saía dessa agora. Afinal de contas, você quer acabar casada com um rapaz que fica paquerando as outras mulheres por aí?
____________________________________
Traduzido de: Pure Love Club
Link: http://www.chastity.com/chastity/index.php?id=7&entryid=12
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Vídeo: Jason Evert - Pornografia, qual o problema?
Novo vídeo em que Jason Evert fala sobre Pornografia, continuando a série "Finding True Love" (Encontrando o verdadeiro amor).
Afinal de contas, qual o problema em ver pornografia, ela faz mal pra alguém?
Link: http://www.youtube.com/watch?v=o7EGM5vlKdo
Afinal de contas, qual o problema em ver pornografia, ela faz mal pra alguém?
Link: http://www.youtube.com/watch?v=o7EGM5vlKdo
domingo, 3 de maio de 2009
Estatísticas sobre pornografia
As estatísticas abaixo foram retiradas do seguinte link: http://internet-filter-review.toptenreviews.com/internet-pornography-statistics.html
e, de um modo geral, dizem respeito aos Estados Unidos.
O intuito de colocar essas estatísticas é sensibilizar os leitores para a gravidade e influência do fator “pornografia” na vida atual. Em outros posts já divulguei os prejuízos da pornografia:
- Efeitos da pornografia nos adultos
- As fases do vício em pornografia
- Definindo a pornografia para vencer o vício
- Testemunho da esposa de um viciado em pornografia
- Minha história de viciado em pornografia - testemunho
- Os efeitos maléficos da pornografia
- Efeitos da pornografia
- Pornografia vicia?
- Perdi a fé no casamento por causa da pornografia
Em posts futuros poderei complementar, traduzindo outros artigos.
Estatísticas de tempo
- A cada segundo são gastos com pornografia 3.075,64 dólares
- A cada segundo 28.258 usuários visualizam pornografia na internet
- A cada segundo 372 usuários digitam termos pornográficos nos mecanismos de busca
- A cada 39 minutos um novo vídeo pornográfico é criado nos Estados Unidos
Estatísticas de faturamento
- O faturamento da indústria pornográfica é maior do que o faturamento das seguintes empresas combinadas: Microsoft, Google, Amazon, eBay, Yahoo, Apple, EarthLink e Netflix.
- Em 2006 a indústria pornográfica faturou, entre vídeos, revistas, sites e canais de TV mais de 13 bilhões de dólares só nos Estados Unidos.
Estatísticas de Internet
- Há mais de 420 milhões de páginas pornográficas na internet
- Diariamente 68 milhões de buscas de termos pornográficos são feitas nos mecanismos de busca (25% do total)
- Diariamente são enviados 2,5 bilhão de e-mails com conteúdos pornográficos (8% do total de e-mails)
- 42,7% dos usuários de internet visualizam pornografia
- 34% dos usuários são expostos a conteúdos pornográficos mesmo sem intenção (exposição não desejada)
- Mensalmente são feitos 1,5 bilhão de downloads de material pornográfico (35% do total de downloads)
- 100.000 sites oferecem ilegalmente pornografia infantil
- Mensalmente 72 milhões de usuários visitam sites pornográficos
Homens e pornografia
- 20% dos homens admitem que acessam pornografia no trabalho
- 40 milhões de americanos visitam regularmente sites pornográficos
- 47% dos homens cristãos admitem que a pornografia é um grande problema na família
- 10% dos adultos admitem estar viciados em pornografia na internet
- Dos usuários de sites pornográficos, 72% são homens e 28% mulheres
Mulheres e pornografia
- 70% das mulheres mantêm em segredo suas atividades na internet
- 9,4 milhões de mulheres acessam sites pornográficos mensalmente
- 13% das mulheres admitem que acessam pornografia no trabalho
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Traduzido de: http://internet-filter-review.toptenreviews.com/internet-pornography-statistics.html
e, de um modo geral, dizem respeito aos Estados Unidos.
O intuito de colocar essas estatísticas é sensibilizar os leitores para a gravidade e influência do fator “pornografia” na vida atual. Em outros posts já divulguei os prejuízos da pornografia:
- Efeitos da pornografia nos adultos
- As fases do vício em pornografia
- Definindo a pornografia para vencer o vício
- Testemunho da esposa de um viciado em pornografia
- Minha história de viciado em pornografia - testemunho
- Os efeitos maléficos da pornografia
- Efeitos da pornografia
- Pornografia vicia?
- Perdi a fé no casamento por causa da pornografia
Em posts futuros poderei complementar, traduzindo outros artigos.
Estatísticas de tempo
- A cada segundo são gastos com pornografia 3.075,64 dólares
- A cada segundo 28.258 usuários visualizam pornografia na internet
- A cada segundo 372 usuários digitam termos pornográficos nos mecanismos de busca
- A cada 39 minutos um novo vídeo pornográfico é criado nos Estados Unidos
Estatísticas de faturamento
- O faturamento da indústria pornográfica é maior do que o faturamento das seguintes empresas combinadas: Microsoft, Google, Amazon, eBay, Yahoo, Apple, EarthLink e Netflix.
- Em 2006 a indústria pornográfica faturou, entre vídeos, revistas, sites e canais de TV mais de 13 bilhões de dólares só nos Estados Unidos.
Estatísticas de Internet
- Há mais de 420 milhões de páginas pornográficas na internet
- Diariamente 68 milhões de buscas de termos pornográficos são feitas nos mecanismos de busca (25% do total)
- Diariamente são enviados 2,5 bilhão de e-mails com conteúdos pornográficos (8% do total de e-mails)
- 42,7% dos usuários de internet visualizam pornografia
- 34% dos usuários são expostos a conteúdos pornográficos mesmo sem intenção (exposição não desejada)
- Mensalmente são feitos 1,5 bilhão de downloads de material pornográfico (35% do total de downloads)
- 100.000 sites oferecem ilegalmente pornografia infantil
- Mensalmente 72 milhões de usuários visitam sites pornográficos
Homens e pornografia
- 20% dos homens admitem que acessam pornografia no trabalho
- 40 milhões de americanos visitam regularmente sites pornográficos
- 47% dos homens cristãos admitem que a pornografia é um grande problema na família
- 10% dos adultos admitem estar viciados em pornografia na internet
- Dos usuários de sites pornográficos, 72% são homens e 28% mulheres
Mulheres e pornografia
- 70% das mulheres mantêm em segredo suas atividades na internet
- 9,4 milhões de mulheres acessam sites pornográficos mensalmente
- 13% das mulheres admitem que acessam pornografia no trabalho
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Traduzido de: http://internet-filter-review.toptenreviews.com/internet-pornography-statistics.html
sábado, 2 de maio de 2009
Minha história com a moda
Por Julie Maria
Demorou anos para que eu pudesse me olhar no espelho e me achar bonita em roupas sem ser coladas, decotadas, ou simplesmente roupas que não eram chamativas. Mas se eu cheguei a ver isso, então qualquer mulher pode!
É uma experiência única quando acontece a nossa “conversão” neste campo. Mesmo estando ainda no inicio da caminhada - de ser a mulher que Deus deseja - a mudança no meu vestir foi de fato algo como aqueles “antes e depois” que vemos nas revistas de corte de cabelo. Por que? Porque a mudança no meu guarda roupa foi consequência da mudança interior, mudança que é antes de tudo, uma graça de Deus.
Até hoje (e como disse, estando ainda no inicio desta caminhada) passei, ou melhor, Cristo me permitiu passar por várias etapas. Cada vez mais me assombro com Sua paciência e delicadeza em me esperar até me mostrar o “próximo passo”, e lógico, com avanços e retrocessos, porque geralmente não somos dóceis a Ele como deveríamos. Ser dócil a Cristo iria nos ajudar muito, e talvez eu não precisasse de 8 anos para ver como vejo agora. Talvez, só alguns meses, ou dias, mas com meu coração duro…
Vivemos numa comunidade paganizada. Os católicos são a maioria em número, mas vivem como os “pagãos”, pois longe de ser fermento e sal, se deixaram contaminar por tudo o que a sociedade pagã impõe. Eles não são instrumentos de Deus para melhorar e elevar os costumes, são os primeiros escravos a se submeter aos critérios anti-Evangelho. E a mulher é um alvo constante deste neo-paganismo, que tem vários adeptos, pois eles sabem que destruindo a mulher destroem toda a sociedade.
Então de tanto nos mostrar que vestido colado, blusa decotada, mini-saia, roupa transparente e calça jeans é a maneira de nos vestir, acabamos pensando que isso deve ser verdade. É a tal da lavagem cerebral. É uma maquinação feita com alta produção e marketing para mostrar o feio como belo, a força de repetição.
Olhe as capas de qualquer revista feita para mulher dos 3 últimos anos, uma atrás da outra, e leia o que está em cada uma delas na capa. Você se sentirá como eu quando fiz isso: se sentirá enganada. Uma e outra vez, repetem a mesma coisa, o mesmo clichê, a mesma modelo, a mesma pornografia, a mesma idéia reduzida da sexualidade, o mesmos 10 segredos de prazer, os mesmos 5 passos para o sucesso… e sim, a única coisa que mudou é que usam mais photoshop! Isso se chama lavagem cerebral. Não adianta mudarem as cores, o estilo: a podridão que está lá não muda. Fomos criadas para coisas belas, belas de verdade! E alegria verdadeira, não uma alegria falsa que só existe no papel.
A vocação da mulher é alta. Alta demais: “Reconhece tua dignidade e viverás como Deus planejou. Assim serás realizada”. Foi isso o que eu escutei no coração e é isso que eu transmito para cada um de vocês que está lendo parte da minha história. O resto é blá blá blá, não para boi dormir, mas para você gastar seu tempo, dinheiro (até se endividar!), sonhos e sua vida nessas mentiras hipócritas.
Eu vou contar a minha experiência, pois pode ser útil para alguma de vocês. E se puderem compartir comigo, via comentário ou email, serei muito grata. (modaemodestia@gmail.com)
Quando as minhas "escamas" caíram eu tinha 23 anos. Tinha trabalhado como modelo especialmente no ano de ‘96, em uma capital desfilando para grifes conhecidas. Eu era tão apaixonada pela moda, que voltando dos EUA em ‘94 fui capaz de pagar excesso de bagagem para trazer as revistas de moda que haviam por lá, mas que não chegavam aqui! Não irei contar meu encontro com Cristo, que aconteceu no Jubileu do ano 2000, pois não é o espaço adequado, mas como disse, foi a partir do encontro com Ele que as "escamas" caíram, e um dos pontos mais afetados por isso foi minha relação com a moda.
Eu percebi então que tinha profanado meu corpo desde os 16 anos com meu modo de vestir; percebi que, com meu critério de chamar a atenção dos homens, tinha me vendido a modismos e me tornei ocasião de pecado para muitos deles, além de me desvalorizar como mulher e filha de Deus. Parece que, mesmo quando eu sentia que estava “exagerando”, eu tentava me desculpar, dizendo “todo mundo usa, porque eu não posso”? Na verdade estava longe, bem longe, de compreender o que o Papa Pio XII disse um Congresso de Moda, em 1957:
“Um estilo nunca deve ser uma ocasião próxima de pecado”
“Neste assunto - a pureza - não existe severidade que possa ser tida como exagerada”. [1]
Parece que eu fazia justamente o contrário: todos os meus estilos eram ocasião de pecado. Bom, entrando neste tema, devo fazer um parêntesis para explicar um pouco porque nós, mulheres, devemos ter muitíssimo cuidado com o que vestimos, já que existe na “mentalidade feminista” um falso grito de liberdade que diz mais ou menos assim: “sou livre, o corpo é meu e eu faço dele o que eu quiser… e não tenho que me preocupar com ninguém!”. Mas não foi para esta liberdade que Cristo nos libertou! Foi para nos fazer servos uns dos outros e nos tornar não pedra de tropeço, mas "alter Christus" para o nosso próximo. Nós, mulheres, por natureza, temos esta missão que nos vem do próprio Deus: somos responsáveis pelo outro, e temos isso muito mais presente e forte em nós que o homem. Somos assim, chamadas a cuidar do outro, e isso inclui antes de tudo, a cuidar da sua salvação eterna. Longe disso nos escravizar, nos liberta: nos realizamos como mulher ao cuidar dos outros, pois temos a exigente missão de educar o ser humano, desde berço. Então, se a nossa natureza feminina tem algumas qualidades únicas, a dos homens tem outras. Quem não reconhece que o homem é um sexo forte fisicamente?
E, nós, mulheres? Nós fomos criadas por Deus para sermos femininas, com tudo o que isso implica. Começando por aquilo que é mais óbvio, e que no entanto tentam aniquilar: o corpo da mulher. Ele é todo oval, pois está preparado para participar do acontecimento mais belo que existe no mundo: o de ser mãe. A mulher “pela sua natureza física é o próprio vaso da vida. Por isso, toda mulher – devido a sua natureza feminina dada por Deus – tem um certo mistério e sacralidade, que é sua habilidade de cooperar com seu marido e com Deus na sacralidade da criação. Quão apropriado que o sublime e inspirador privilégio da mulher seja reconhecido pelo uso do véu! Este é um costume cheio de significado que infelizmente hoje em dia foi deixado de lado por muitas mulheres da Igreja.”[2]
“Dado que o ensino da tradição Católica sobre modéstia na área da sexualidade requer que a mulher oculte mais seu corpo que o homem, algumas pessoas católicos pensam que isso significa ser injusto com a mulher. Mas mesmo que o ensino da tradição Católica na área da sexualidade seja mais exigente para a mulher, ele não é injusto. Assim como a mulher é o sexo mais fraco na área do poder físico, o homem é o sexo mais fraco na área da sexualidade (no sentido de que o homem é mais propenso a um despertar sexual imediato). E assim como é errado para o homem que ele use seu sua força física para dominar sobre a mulher, é errado para a mulher usar suas características femininas do seu corpo para dominar o homem” [3].
Por isso, o que nos parece até “normal” no nosso vestir (de tanto que vemos por aí – pela força da repetição como falamos antes), não seria normal se pudéssemos estar na pele de um homem. Precisamos ter, mais que nunca, um autêntico amor por ele, para que tenhamos sempre em mente esta sua fraqueza (não por culpa sua), e ter a intenção de elevá-lo para viver o amor também de maneira completa e conforme a sua dignidade. As esposas terão que, na hora do encontro amoroso com o Pai, pode dizer referente ao homem que Deus lhe confiou: “eu te devolvo o meu esposo… como uma pessoa bem melhor do que quando eu o conheci!” E isso é um ato de amor: fazer tudo para que a pessoa cresça como homem, i.e, como filho de Deus chamado à santidade. E as mulheres solteiras ou religiosas deverão apresentar todas as pessoas que passaram por sua vida a Deus, com a paz interior de ter ajudado a todos e encontrarem Aquele que dá o sentido da nossa existência.
Uma maneira bem fácil de elevar o homem é nos vestindo bem, i.e, de maneira digna. Sem dúvida é um aprendizado que devemos estar dispostas a percorrer, e sempre contando com a graça divina: só Deus, em última instância, pode nos dar a graça da conversão, de olhar como Ele olha; de querer ser pura; de querer ser bela aos seus olhos (que não é o mesmo que ser “bela” aos olhos do mundo!), de aceitar o “deserto do olhar”, e de ser ocasião de elevar ao outro, nunca o contrário.
“O feminismo radical (que é contra a mulher!) insiste em que se um homem tem pensamentos imorais por causa da maneira em que a mulher está vestida, é problema dele, não dela. Mas contrariamente ao que estas militantes alegam, homens e mulheres são diferentes. O homem pela natureza, é mais inclinado a reações sensuais através do estimulo visual, e quando a mulher se veste de maneira provocativa ela carrega algo da responsabilidade, se sua imodéstia leva a membros do sexo oposto a ter pensamentos imorais.”[4]
Por isso precisamos com urgência encontrar estilistas, costureiras, empresárias do mundo da moda que, sendo católicas, estejam dispostas a unir seus talentos e oração nesta nova revolução.
O que estamos esperando? Temos tanto o que fazer!
Que Nossa Rainha Puríssima nos guie, ajude e inspire! E que São José, seu guardião seja também o nosso!
-------------
[1]Pio XII, Sacra Virginitas, n. 51
[2] Alice von Hildebrand, The Privilege of Being a Women, citado em Colleen Hammond, Dressing with Dignity, Editora TAN, pg. 30
[3] Citado em Colleen Hammond, Dressing with Dignity, Editora TAN, pg. 23. Fr. Regis Scanlon, O.F.M., Homiletic and Pastoral Review, Nov. 1988, quoted in Bainbridge, op. cit.
[4] Citado em Colleen Hammond, Dressing with Dignity, Editora TAN, pg. 37: Patricia Pitkus Baingbridge, M.A., “It´s Not a Big Deal… Or Is It?” in Life Mtters, Vol. III, no. 12, Sep. 2004
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Do Blog Julie Maria
Link: http://juliemaria.wordpress.com/2009/04/28/minha-experincia-com-o-mundo-da-moda/
Demorou anos para que eu pudesse me olhar no espelho e me achar bonita em roupas sem ser coladas, decotadas, ou simplesmente roupas que não eram chamativas. Mas se eu cheguei a ver isso, então qualquer mulher pode!
É uma experiência única quando acontece a nossa “conversão” neste campo. Mesmo estando ainda no inicio da caminhada - de ser a mulher que Deus deseja - a mudança no meu vestir foi de fato algo como aqueles “antes e depois” que vemos nas revistas de corte de cabelo. Por que? Porque a mudança no meu guarda roupa foi consequência da mudança interior, mudança que é antes de tudo, uma graça de Deus.
Até hoje (e como disse, estando ainda no inicio desta caminhada) passei, ou melhor, Cristo me permitiu passar por várias etapas. Cada vez mais me assombro com Sua paciência e delicadeza em me esperar até me mostrar o “próximo passo”, e lógico, com avanços e retrocessos, porque geralmente não somos dóceis a Ele como deveríamos. Ser dócil a Cristo iria nos ajudar muito, e talvez eu não precisasse de 8 anos para ver como vejo agora. Talvez, só alguns meses, ou dias, mas com meu coração duro…
Vivemos numa comunidade paganizada. Os católicos são a maioria em número, mas vivem como os “pagãos”, pois longe de ser fermento e sal, se deixaram contaminar por tudo o que a sociedade pagã impõe. Eles não são instrumentos de Deus para melhorar e elevar os costumes, são os primeiros escravos a se submeter aos critérios anti-Evangelho. E a mulher é um alvo constante deste neo-paganismo, que tem vários adeptos, pois eles sabem que destruindo a mulher destroem toda a sociedade.
Então de tanto nos mostrar que vestido colado, blusa decotada, mini-saia, roupa transparente e calça jeans é a maneira de nos vestir, acabamos pensando que isso deve ser verdade. É a tal da lavagem cerebral. É uma maquinação feita com alta produção e marketing para mostrar o feio como belo, a força de repetição.
Olhe as capas de qualquer revista feita para mulher dos 3 últimos anos, uma atrás da outra, e leia o que está em cada uma delas na capa. Você se sentirá como eu quando fiz isso: se sentirá enganada. Uma e outra vez, repetem a mesma coisa, o mesmo clichê, a mesma modelo, a mesma pornografia, a mesma idéia reduzida da sexualidade, o mesmos 10 segredos de prazer, os mesmos 5 passos para o sucesso… e sim, a única coisa que mudou é que usam mais photoshop! Isso se chama lavagem cerebral. Não adianta mudarem as cores, o estilo: a podridão que está lá não muda. Fomos criadas para coisas belas, belas de verdade! E alegria verdadeira, não uma alegria falsa que só existe no papel.
A vocação da mulher é alta. Alta demais: “Reconhece tua dignidade e viverás como Deus planejou. Assim serás realizada”. Foi isso o que eu escutei no coração e é isso que eu transmito para cada um de vocês que está lendo parte da minha história. O resto é blá blá blá, não para boi dormir, mas para você gastar seu tempo, dinheiro (até se endividar!), sonhos e sua vida nessas mentiras hipócritas.
Eu vou contar a minha experiência, pois pode ser útil para alguma de vocês. E se puderem compartir comigo, via comentário ou email, serei muito grata. (modaemodestia@gmail.com)
Quando as minhas "escamas" caíram eu tinha 23 anos. Tinha trabalhado como modelo especialmente no ano de ‘96, em uma capital desfilando para grifes conhecidas. Eu era tão apaixonada pela moda, que voltando dos EUA em ‘94 fui capaz de pagar excesso de bagagem para trazer as revistas de moda que haviam por lá, mas que não chegavam aqui! Não irei contar meu encontro com Cristo, que aconteceu no Jubileu do ano 2000, pois não é o espaço adequado, mas como disse, foi a partir do encontro com Ele que as "escamas" caíram, e um dos pontos mais afetados por isso foi minha relação com a moda.
Eu percebi então que tinha profanado meu corpo desde os 16 anos com meu modo de vestir; percebi que, com meu critério de chamar a atenção dos homens, tinha me vendido a modismos e me tornei ocasião de pecado para muitos deles, além de me desvalorizar como mulher e filha de Deus. Parece que, mesmo quando eu sentia que estava “exagerando”, eu tentava me desculpar, dizendo “todo mundo usa, porque eu não posso”? Na verdade estava longe, bem longe, de compreender o que o Papa Pio XII disse um Congresso de Moda, em 1957:
“Um estilo nunca deve ser uma ocasião próxima de pecado”
“Neste assunto - a pureza - não existe severidade que possa ser tida como exagerada”. [1]
Parece que eu fazia justamente o contrário: todos os meus estilos eram ocasião de pecado. Bom, entrando neste tema, devo fazer um parêntesis para explicar um pouco porque nós, mulheres, devemos ter muitíssimo cuidado com o que vestimos, já que existe na “mentalidade feminista” um falso grito de liberdade que diz mais ou menos assim: “sou livre, o corpo é meu e eu faço dele o que eu quiser… e não tenho que me preocupar com ninguém!”. Mas não foi para esta liberdade que Cristo nos libertou! Foi para nos fazer servos uns dos outros e nos tornar não pedra de tropeço, mas "alter Christus" para o nosso próximo. Nós, mulheres, por natureza, temos esta missão que nos vem do próprio Deus: somos responsáveis pelo outro, e temos isso muito mais presente e forte em nós que o homem. Somos assim, chamadas a cuidar do outro, e isso inclui antes de tudo, a cuidar da sua salvação eterna. Longe disso nos escravizar, nos liberta: nos realizamos como mulher ao cuidar dos outros, pois temos a exigente missão de educar o ser humano, desde berço. Então, se a nossa natureza feminina tem algumas qualidades únicas, a dos homens tem outras. Quem não reconhece que o homem é um sexo forte fisicamente?
E, nós, mulheres? Nós fomos criadas por Deus para sermos femininas, com tudo o que isso implica. Começando por aquilo que é mais óbvio, e que no entanto tentam aniquilar: o corpo da mulher. Ele é todo oval, pois está preparado para participar do acontecimento mais belo que existe no mundo: o de ser mãe. A mulher “pela sua natureza física é o próprio vaso da vida. Por isso, toda mulher – devido a sua natureza feminina dada por Deus – tem um certo mistério e sacralidade, que é sua habilidade de cooperar com seu marido e com Deus na sacralidade da criação. Quão apropriado que o sublime e inspirador privilégio da mulher seja reconhecido pelo uso do véu! Este é um costume cheio de significado que infelizmente hoje em dia foi deixado de lado por muitas mulheres da Igreja.”[2]
“Dado que o ensino da tradição Católica sobre modéstia na área da sexualidade requer que a mulher oculte mais seu corpo que o homem, algumas pessoas católicos pensam que isso significa ser injusto com a mulher. Mas mesmo que o ensino da tradição Católica na área da sexualidade seja mais exigente para a mulher, ele não é injusto. Assim como a mulher é o sexo mais fraco na área do poder físico, o homem é o sexo mais fraco na área da sexualidade (no sentido de que o homem é mais propenso a um despertar sexual imediato). E assim como é errado para o homem que ele use seu sua força física para dominar sobre a mulher, é errado para a mulher usar suas características femininas do seu corpo para dominar o homem” [3].
Por isso, o que nos parece até “normal” no nosso vestir (de tanto que vemos por aí – pela força da repetição como falamos antes), não seria normal se pudéssemos estar na pele de um homem. Precisamos ter, mais que nunca, um autêntico amor por ele, para que tenhamos sempre em mente esta sua fraqueza (não por culpa sua), e ter a intenção de elevá-lo para viver o amor também de maneira completa e conforme a sua dignidade. As esposas terão que, na hora do encontro amoroso com o Pai, pode dizer referente ao homem que Deus lhe confiou: “eu te devolvo o meu esposo… como uma pessoa bem melhor do que quando eu o conheci!” E isso é um ato de amor: fazer tudo para que a pessoa cresça como homem, i.e, como filho de Deus chamado à santidade. E as mulheres solteiras ou religiosas deverão apresentar todas as pessoas que passaram por sua vida a Deus, com a paz interior de ter ajudado a todos e encontrarem Aquele que dá o sentido da nossa existência.
Uma maneira bem fácil de elevar o homem é nos vestindo bem, i.e, de maneira digna. Sem dúvida é um aprendizado que devemos estar dispostas a percorrer, e sempre contando com a graça divina: só Deus, em última instância, pode nos dar a graça da conversão, de olhar como Ele olha; de querer ser pura; de querer ser bela aos seus olhos (que não é o mesmo que ser “bela” aos olhos do mundo!), de aceitar o “deserto do olhar”, e de ser ocasião de elevar ao outro, nunca o contrário.
“O feminismo radical (que é contra a mulher!) insiste em que se um homem tem pensamentos imorais por causa da maneira em que a mulher está vestida, é problema dele, não dela. Mas contrariamente ao que estas militantes alegam, homens e mulheres são diferentes. O homem pela natureza, é mais inclinado a reações sensuais através do estimulo visual, e quando a mulher se veste de maneira provocativa ela carrega algo da responsabilidade, se sua imodéstia leva a membros do sexo oposto a ter pensamentos imorais.”[4]
Por isso precisamos com urgência encontrar estilistas, costureiras, empresárias do mundo da moda que, sendo católicas, estejam dispostas a unir seus talentos e oração nesta nova revolução.
O que estamos esperando? Temos tanto o que fazer!
Que Nossa Rainha Puríssima nos guie, ajude e inspire! E que São José, seu guardião seja também o nosso!
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[1]Pio XII, Sacra Virginitas, n. 51
[2] Alice von Hildebrand, The Privilege of Being a Women, citado em Colleen Hammond, Dressing with Dignity, Editora TAN, pg. 30
[3] Citado em Colleen Hammond, Dressing with Dignity, Editora TAN, pg. 23. Fr. Regis Scanlon, O.F.M., Homiletic and Pastoral Review, Nov. 1988, quoted in Bainbridge, op. cit.
[4] Citado em Colleen Hammond, Dressing with Dignity, Editora TAN, pg. 37: Patricia Pitkus Baingbridge, M.A., “It´s Not a Big Deal… Or Is It?” in Life Mtters, Vol. III, no. 12, Sep. 2004
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Do Blog Julie Maria
Link: http://juliemaria.wordpress.com/2009/04/28/minha-experincia-com-o-mundo-da-moda/
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Minha história de viciado em pornografia - testemunho
Por Matt
Aos doze anos de idade já era viciado em pornografia.
Lembro-me que estava brincando no quintal de meus avós, aos 6 ou 7 anos de idade. Estava brincando de “bombas sujas”, que nada mais era do que encher a mão de argila do chão e jogar em alguém. Quanto mais forte melhor. Eu e meu irmão passávamos horas por aí brincando disso. Lembro-me muito bem de ter entrado em um barracão do meu avô e ter descoberto um pôster com uma mulher nua. Fiquei completamente cativado por aquilo, era lindo e ainda assim algo dentro de mim sabia que não devia estar olhando para aquilo. Toda vez que voltava a brincar por ali revisitava aquela figura e ficava olhando.
Por volta dos 13 anos tinha um bom acervo de pornografia escondido debaixo da última gaveta do meu quarto. Eu e meu melhor amigo roubávamos esse material das bancas e colecionávamos. Um dia meu pai trouxe para casa um kit de limpeza de carpete, e então tudo teve que ser tirado do lugar para ser limpo (você sabe no que isso deu). Papai encontrou minha coleção de pornografia debaixo da última gaveta, um lugar que eu pensava ser o esconderijo perfeito. Ele veio falar comigo, e disse: “bela coleção de playboy’s e penthouse’s você tem aí, matt, só não deixe sua mãe descobrir”. Deus abençoe meu pai. Ele é um bom homem, e olhando para trás posso ver que ele estava tentando ter contato comigo, ser legal. Porém, o que ele fez foi reafirmar a mentira na qual já vinha acreditando, de que verdadeiros homens olham para pornografia e que não havia nada de errado com aquilo.
Nessa época eu tinha um avô que escondia pornografia em seu barracão, um pai que quase havia me parabenizado por ter minha própria coleção, um professor de oitava série que nos falava no acampamento da escola que a masturbação “era uma coisa boa e saudável”, e para completar tinha amigos que nos levavam para locadoras de vídeo e alugavam filmes de pornografia para nós, de modo que eu e meu amigo podíamos ir para a casa dele e assistir a tudo depois do jantar.
Cheguei ao ponto de ficar me masturbando e olhando para pornografia basicamente todo dia (graças à internet), e quanto mais afundava nesse vício mais ficava na defensiva quanto à idéia de que a pornografia fosse de algum modo “má” ou “degradante”. Falava para mim mesmo que simplesmente gostava da beleza da feminilidade mais do que os rapazes que nunca olhavam pornografia. Falava para mim mesmo que não estava fazendo mal a ninguém. Falava qualquer coisa para me justificar.
No ano de 2000, quando estava com 17 anos, tive uma experiência que mudou minha vida, e então me tornei um cristão. Esse momento foi o mais profundo e jubiloso da minha vida. Mas também me colocou um problema. Por mais que eu tentasse justificar meu vício em pornografia, a realidade era que Jesus e a pornografia não combinam. Então, eu usei todas as minhas forças para tentar parar. Mas, como um alcoólico ou um drogado, eu continuava recaindo, como um cachorro volta ao próprio vômito.
Eu sabia que esse não era o tipo de homem que eu queria me tornar. Que tipo de homem fecha todas as cortinas de seu quarto e entra na internet só para sentir alguma sensação diferente pelo corpo? Sabia que isso era uma farsa, e rezava constantemente para ficar livre daquilo. Pelo curso dos anos seguintes continuei a lutar. Algumas vezes passava dias, às vezes semanas, às vezes meses sem olhar para pornografia e sem me masturbar. Mas esses dias de liberdade terminavam com mais uma recaída desesperançada.
Encurtando a história
Uma certa noite, quando minha linda e grávida mulher tinha saído, eu fiquei farto daquilo tudo. Estava doente e cansado de estar doente e cansado. Cansado de tentar com afinco não recair, quando parecia que as coisas só pioravam. Meu primeiro filho iria nascer em 7 meses, e EU SABIA que isso tinha que terminar. Mas como?
Eu vi uma imagem do Venerável Matthew Talbot, que está a caminho da santidade. Em sua vida ele foi viciado em álcool já por volta dos 12 anos, e chegava a vender a própria roupa do corpo para comprar álcool. Esse homem e eu estávamos em situações bem parecidas, pois ele estava cansado do que o vício estava fazendo com sua vida. Eu li como ele foi para uma igreja e fez uma promessa de passar 3 meses sem botar uma gota de álcool na boca. Foi difícil, mas ele conseguiu, e então fez a promessa por um ano, e finalmente para o resto da vida. Ele se apaixonou por Jesus na Eucaristia. Ele se considerava um escravo de Nossa Senhora (não tenha medo do termo, eu vou explicar).
Essa imagem que vi tinha uma cruz céltica com uma corrente que ia por volta da imagem. Em frente da cruz havia a Mãe de Jesus, que tinha a corrente em volta da cintura e na frente de Nossa Senhora estava Matthew Talbot, de joelhos, com a corrente quebrada em volta dos punhos, ele estava livre! Desse dia em diante fiz a promessa para passar 3 meses sem olhar para pornografia e sem me masturbar, e depois de 3 meses fiz a promessa para o resto da vida.
Rezei o terço diariamente, sabendo que não poderia vencer o vício só com a força de vontade. No final de cada terço, segurava as contas e dizia: “Minha mãe Maria, assumo as vossas correntes, agora pegue as minhas, e me liberte!”. O que posso dizer? Ela me libertou! Agora estou experimentando uma liberdade que nunca pensei que fosse possível. Eu sabia que, se um dia vencesse a pornografia, ainda seria muito tentado, mas seria sempre forte o suficiente para resistir.
Você quer saber a razão pela qual não olho mais para pornografia nem me masturbo mais? Eu NÃO DESEJO MAIS. A LIBERDADE é POSSÍVEL! Não tenho nenhuma espécie de super poderes, super auto-controle, mas eu estou livre.
Temos que compreender que as mulheres são lindas, as criaturas mais lindas na terra, que é bom e santo para nós homens nos sentirmos atraídos por elas. Hoje em dia, quando estou dirigindo, se há um outdoor ou propaganda com uma mulher bonita, isso chama minha atenção! Até aí tudo bem, mas nesse ponto precisamos tomar uma decisão. Nós louvamos a Deus por sua beleza, ou temos pensamentos de luxúria ou desejo carnal com ela? O problema da pornografia não é que ela mostra demais, é que ela mostra de menos. Mostra muito pouco da pessoa! Esse é o problema! As mulheres são lindas, o corpo nu é LINDO, mas dissociar o corpo de tudo o mais é completamente doentio em todos os aspectos.
Pela minha própria experiência eu sei como a pornografia pode viciar, mas também sei que a verdadeira liberdade e a cura são possíveis.
Não caia na armadilha de dizer as coisas tolas que as pessoas dizem sobre pornografia: “Ei, dentro da moderação tudo é saudável”. Não, não é. Posso dar alguns exemplos de coisas que NÃO são saudáveis, nem moderadamente: racismo, cocaína, suicídio. A pornografia sempre é errada porque alguém sempre está sendo explorado. Então, sim, a pornografia pode se tornar um vício que arruína toda sua vida. Isso não significa que é saudável em moderação.
Homens de verdade não exploram mulheres!
Se você ama as mulheres, lute contra a pornografia!
Deus ama você do jeito que você é, e lhe ama demais para lhe deixar do jeito que está. Confie em Deus! Ele está conosco!
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Traduzido do site anti-pornografia: “Porn, who does it hurt?”
Link: http://www.whodoesithurt.com/id12.html
Aos doze anos de idade já era viciado em pornografia.
Lembro-me que estava brincando no quintal de meus avós, aos 6 ou 7 anos de idade. Estava brincando de “bombas sujas”, que nada mais era do que encher a mão de argila do chão e jogar em alguém. Quanto mais forte melhor. Eu e meu irmão passávamos horas por aí brincando disso. Lembro-me muito bem de ter entrado em um barracão do meu avô e ter descoberto um pôster com uma mulher nua. Fiquei completamente cativado por aquilo, era lindo e ainda assim algo dentro de mim sabia que não devia estar olhando para aquilo. Toda vez que voltava a brincar por ali revisitava aquela figura e ficava olhando.
Por volta dos 13 anos tinha um bom acervo de pornografia escondido debaixo da última gaveta do meu quarto. Eu e meu melhor amigo roubávamos esse material das bancas e colecionávamos. Um dia meu pai trouxe para casa um kit de limpeza de carpete, e então tudo teve que ser tirado do lugar para ser limpo (você sabe no que isso deu). Papai encontrou minha coleção de pornografia debaixo da última gaveta, um lugar que eu pensava ser o esconderijo perfeito. Ele veio falar comigo, e disse: “bela coleção de playboy’s e penthouse’s você tem aí, matt, só não deixe sua mãe descobrir”. Deus abençoe meu pai. Ele é um bom homem, e olhando para trás posso ver que ele estava tentando ter contato comigo, ser legal. Porém, o que ele fez foi reafirmar a mentira na qual já vinha acreditando, de que verdadeiros homens olham para pornografia e que não havia nada de errado com aquilo.
Nessa época eu tinha um avô que escondia pornografia em seu barracão, um pai que quase havia me parabenizado por ter minha própria coleção, um professor de oitava série que nos falava no acampamento da escola que a masturbação “era uma coisa boa e saudável”, e para completar tinha amigos que nos levavam para locadoras de vídeo e alugavam filmes de pornografia para nós, de modo que eu e meu amigo podíamos ir para a casa dele e assistir a tudo depois do jantar.
Cheguei ao ponto de ficar me masturbando e olhando para pornografia basicamente todo dia (graças à internet), e quanto mais afundava nesse vício mais ficava na defensiva quanto à idéia de que a pornografia fosse de algum modo “má” ou “degradante”. Falava para mim mesmo que simplesmente gostava da beleza da feminilidade mais do que os rapazes que nunca olhavam pornografia. Falava para mim mesmo que não estava fazendo mal a ninguém. Falava qualquer coisa para me justificar.
No ano de 2000, quando estava com 17 anos, tive uma experiência que mudou minha vida, e então me tornei um cristão. Esse momento foi o mais profundo e jubiloso da minha vida. Mas também me colocou um problema. Por mais que eu tentasse justificar meu vício em pornografia, a realidade era que Jesus e a pornografia não combinam. Então, eu usei todas as minhas forças para tentar parar. Mas, como um alcoólico ou um drogado, eu continuava recaindo, como um cachorro volta ao próprio vômito.
Eu sabia que esse não era o tipo de homem que eu queria me tornar. Que tipo de homem fecha todas as cortinas de seu quarto e entra na internet só para sentir alguma sensação diferente pelo corpo? Sabia que isso era uma farsa, e rezava constantemente para ficar livre daquilo. Pelo curso dos anos seguintes continuei a lutar. Algumas vezes passava dias, às vezes semanas, às vezes meses sem olhar para pornografia e sem me masturbar. Mas esses dias de liberdade terminavam com mais uma recaída desesperançada.
Encurtando a história
Uma certa noite, quando minha linda e grávida mulher tinha saído, eu fiquei farto daquilo tudo. Estava doente e cansado de estar doente e cansado. Cansado de tentar com afinco não recair, quando parecia que as coisas só pioravam. Meu primeiro filho iria nascer em 7 meses, e EU SABIA que isso tinha que terminar. Mas como?
Eu vi uma imagem do Venerável Matthew Talbot, que está a caminho da santidade. Em sua vida ele foi viciado em álcool já por volta dos 12 anos, e chegava a vender a própria roupa do corpo para comprar álcool. Esse homem e eu estávamos em situações bem parecidas, pois ele estava cansado do que o vício estava fazendo com sua vida. Eu li como ele foi para uma igreja e fez uma promessa de passar 3 meses sem botar uma gota de álcool na boca. Foi difícil, mas ele conseguiu, e então fez a promessa por um ano, e finalmente para o resto da vida. Ele se apaixonou por Jesus na Eucaristia. Ele se considerava um escravo de Nossa Senhora (não tenha medo do termo, eu vou explicar).
Essa imagem que vi tinha uma cruz céltica com uma corrente que ia por volta da imagem. Em frente da cruz havia a Mãe de Jesus, que tinha a corrente em volta da cintura e na frente de Nossa Senhora estava Matthew Talbot, de joelhos, com a corrente quebrada em volta dos punhos, ele estava livre! Desse dia em diante fiz a promessa para passar 3 meses sem olhar para pornografia e sem me masturbar, e depois de 3 meses fiz a promessa para o resto da vida.
Rezei o terço diariamente, sabendo que não poderia vencer o vício só com a força de vontade. No final de cada terço, segurava as contas e dizia: “Minha mãe Maria, assumo as vossas correntes, agora pegue as minhas, e me liberte!”. O que posso dizer? Ela me libertou! Agora estou experimentando uma liberdade que nunca pensei que fosse possível. Eu sabia que, se um dia vencesse a pornografia, ainda seria muito tentado, mas seria sempre forte o suficiente para resistir.
Você quer saber a razão pela qual não olho mais para pornografia nem me masturbo mais? Eu NÃO DESEJO MAIS. A LIBERDADE é POSSÍVEL! Não tenho nenhuma espécie de super poderes, super auto-controle, mas eu estou livre.
Temos que compreender que as mulheres são lindas, as criaturas mais lindas na terra, que é bom e santo para nós homens nos sentirmos atraídos por elas. Hoje em dia, quando estou dirigindo, se há um outdoor ou propaganda com uma mulher bonita, isso chama minha atenção! Até aí tudo bem, mas nesse ponto precisamos tomar uma decisão. Nós louvamos a Deus por sua beleza, ou temos pensamentos de luxúria ou desejo carnal com ela? O problema da pornografia não é que ela mostra demais, é que ela mostra de menos. Mostra muito pouco da pessoa! Esse é o problema! As mulheres são lindas, o corpo nu é LINDO, mas dissociar o corpo de tudo o mais é completamente doentio em todos os aspectos.
Pela minha própria experiência eu sei como a pornografia pode viciar, mas também sei que a verdadeira liberdade e a cura são possíveis.
Não caia na armadilha de dizer as coisas tolas que as pessoas dizem sobre pornografia: “Ei, dentro da moderação tudo é saudável”. Não, não é. Posso dar alguns exemplos de coisas que NÃO são saudáveis, nem moderadamente: racismo, cocaína, suicídio. A pornografia sempre é errada porque alguém sempre está sendo explorado. Então, sim, a pornografia pode se tornar um vício que arruína toda sua vida. Isso não significa que é saudável em moderação.
Homens de verdade não exploram mulheres!
Se você ama as mulheres, lute contra a pornografia!
Deus ama você do jeito que você é, e lhe ama demais para lhe deixar do jeito que está. Confie em Deus! Ele está conosco!
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Link: http://www.whodoesithurt.com/id12.html
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