Deus cria o homem e a mulher como reflexos da Trindade
Por Glenn T. Stanton
Quando Deus disse, “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”, e então criou Adão e Eva e ordenou que fossem sexualmente frutuosos, isso nos diz algo importante sobre quem é Deus. Eu não quero traçar comparações muito próximas aqui, porque as pessoas da Trindade não possuem corpos físicos como nós e, portanto, não manifestam seu amor uma pela outra do mesmo modo que nós humanos. Mas note a conexão íntima desse curto espaço de dois versículos (Gênesis 1, 27-28), que mostra o desejo de Deus de que reflitamos a imagem e a semelhança da Trindade, e como Deus ordena a Adão e Eva primeiramente que façam comunhão um com o outro como criaturas sexuais.
Não podemos subestimar a importância disso: Deus cria o homem e a mulher como reflexos da Trindade, e a primeira ordem é para se engajar no relacionamento sexual. Isso significa que quando um homem e uma mulher se unem na intimidade sexual marital, de algum modo – misticamente – eles espelham a maravilha, a beleza e o poder criativo de Deus como em nenhuma outra parte da criação. Novamente, isso está longe de ser “nada”.
Como explica o poeta Wendell Berry, “A sexualidade da vida comunitária... está centrada no casamento, que une duas almas ao nível máximo de intimidade que pode se alcançar nesse mundo”. Ele continua, “Essa união de duas pessoas que conhecem, amam e confiam uma na outra lhes conduz tanto à liberdade do consentimento sexual quanto à mais completa realização terrena da imagem de Deus. De sua união outras almas se tornam existentes, e com elas grandes responsabilidades, que não terminam, que são assustadoras e jubilosas”. Lindo! Essa é a glória da vida familiar.
Reflita quão grande é essa realidade. Quando Jaqueline (*) e eu encontramos um momento calmo, longe dos pequenos, e não estamos cansados demais (Jaqueline muitas vezes se pergunta se isso é possível para mim), e nos unimos naquele momento de comunhão especial, é incrível pensar na imagem que estamos refletindo. Isso pode ser extremamente intenso. Nenhuma outra fé possui uma visão da sexualidade tão poderosa e dinâmica.
Como amar a Deus em nossas vidas sexuais?
Para nós cristãos, solteiros ou casados, essa é uma das perguntas mais importantes que podemos nos fazer, porque nossa sexualidade é extremamente central para a definição de quem somos. Sempre ficava rindo comigo mesmo quando era adolescente e os coordenadores da igreja nos falavam sobre sexualidade, e nos encorajavam a não ser sexualmente ativos antes do casamento. É claro, eram conselhos bons e úteis. Mas eu achava engraçado, porque mesmo apesar de nunca ter tido intimidade com uma garota, e não desejar ter antes do casamento, eu era um rapaz adolescente saudável. Eu era muito sexualmente ativo – no interior, mesmo se não havia expressão externa. As coisas estavam se agitando em mim como em um vulcão. Eu tinha que governar meus sentimentos e desejos constantemente. Tinha que evitar que minha mente ficasse vagueando onde não devia. Tinha que tomar cuidado com a maneira com que me relacionava com as meninas e com as imagens que via nas revistas e na televisão. Mentalmente, eu era bastante sexualmente ativo. E minha saúde sexual, física, e espiritual pedia essa disciplina deliberada, interna, a fim de assegurar que meu comportamento exterior estivesse de acordo com o que Deus desejava para mim.
O que estou dizendo é que devemos ver a “atividade sexual” como muito mais do simplesmente “fazer”. Ela envolve a maneira com que apreciamos e vivemos nossa sexualidade, que nos foi dada por Deus. Somos todos seres sexuais.
Posso ver isso nas minhas crianças, que estão na idade pré-escolar. Elas já chegaram na fase em que ficam instintivamente envergonhadas de serem vistas nuas. Quando vão do quarto ao banheiro, asseguram-se de pegar uma toalha o mais rápido possível, e se cobrir. Elas se tornaram conscientes, por si mesmas, de que certas partes de seus corpos deveriam se manter escondidas ou privadas. Isso é atividade sexual, própria para a idade, e saudável.
Logo, não apenas as pessoas casadas devem se preocupar em amar a Deus em suas vidas sexuais. Todos temos consciência de nossa sexualidade, e de como expressá-la. Faz parte de nosso pensamento, da maneira com que nos vestimos, em como interagimos com rapazes e garotas em nossa juventude, e com homens e mulheres quando ficamos mais velhos. É até mesmo uma parte de como vemos e interagimos com Deus.
Como amar a Deus em nossas vidas sexuais: Nós amamos a Deus em nossas vidas sexuais nos assegurando de que refletimos a natureza e as qualidades do relacionamento compartilhado pela Trindade, a imagem que nós e nossas vidas sexuais foram criadas para espelhar. Isso requer que compreendamos algumas características e qualidades primárias da Trindade:
-- A Trindade é uma comunhão de “pessoas amantes” que são relacionalmente ativos, não estáticos. Desde toda a eternidade elas estão se doando e recebendo uma da outra uma intimidade incondicional e amorosa. Fazer isso é de sua própria natureza. Isso é quem Elas são!
-- Essa comunhão de pessoas amantes é comprometida, pois Seus relacionamentos não dependem do quanto se sentem plenas ou do que podem conseguir dos relacionamentos.
-- Essa comunidade de pessoas amantes é exclusiva, pois sempre foram três as pessoas específicas, e sempre serão três. Nem mais, nem menos. Elas não convidam “outros deuses” para sua intimidade nem trocam de parceiros. Elas são umas para as outras.
-- As pessoas dessa comunidade doam a si mesmas, pois buscam servir e doar uma à outra, e se alegram nisso. Elas não buscam a si mesmos. Ao rejubilarem-se em receber amor uma da outra, não se preocupam com o que podem receber, mas com o que podem dar.
-- Essa comunidade de pessoas é una, mas também distinta e complementar. Isso significa que enquanto as pessoas são unas em essência (cada uma delas é completamente Deus), Elas são também distintas uma da outra, e complementam uma à outra. Cada pessoa da Trindade não pode ser apreciada plenamente sem as outras duas. Cada uma precisa das outras porque Elas são distintas uma das outras. Elas se complementam em sua unicidade.
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(*) Nome fictício.
Trecho de “My Crazy Imperfect Christian Family”, de Glenn T. Stanton. © 2004. Usada com permissão de NavPress - www.navpress.com. Todos os direitos reservados.
Traduzido do site Pure Intimacy
"Quando se decidir firmemente a viver uma vida pura, a castidade não será um peso para você. Será uma coroa de triunfo”. São Josemaria Escrivá
domingo, 5 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Castidade - por João Paulo II
“A castidade só pode ser pensada em associação com a virtude do amor. Sua função é libertar o amor da atitude utilitarista” (nota: Atitude utilitarista é aquela que vê a outra pessoa como algo a ser usado, ou seja, ela só é útil enquanto me traz prazer).
“Ser casto significa ter uma atitude ‘transparente’ com relação à pessoa do outro sexo – castidade significa só isso”.
“A castidade é muitas vezes confundida com uma inibição ‘cega’ da sensualidade e dos impulsos físicos, de tal modo que os valores do ‘corpo’ e do sexo são reprimidos para o subconsciente, onde esperam uma oportunidade para explodir. Obviamente essa é uma concepção errada da virtude da castidade, a qual, se praticada somente dessa forma, cria de fato o perigo de tais ‘explosões’. Essa visão errônea da castidade explica a dedução comum de que seria uma virtude puramente negativa. A castidade, segundo essa visão, seria apenas um grande ‘não’. Enquanto que, na verdade, ela é um grande ‘sim’ do qual certos ‘não’ derivam como consequência”.
“A essência da castidade consiste na rapidez em afirmar o valor da pessoa em toda situação, e em alçar ao nível pessoal todas as reações advindas do valor do ‘corpo e do sexo’. Isso requer um esforço espiritual interior especial, pois a afirmação do valor da pessoa só pode ser produto do espírito, mas esse esforço é, acima de tudo, positivo e criativamente ‘vindo de dentro’, e não negativo e destrutivo. Não é uma questão apenas de ‘aniquilar’ sumariamente o valor do ‘corpo e do sexo’ na mente consciente reprimindo suas reações para o subconsciente, mas sim de uma integração sustentável em longo prazo; o valor do ‘corpo e do sexo’ deve se basear e estar implantado no valor da pessoa”.
“Apenas o homem casto e a mulher casta são capazes de amar verdadeiramente. Pois a castidade libera seu encontro, incluindo seu intercurso conjugal, daquela tendência de usar a outra pessoa”.
“... a castidade é uma conquista difícil, de longo prazo; deve-se esperar pacientemente para que dê seu fruto, pela ternura amorosa que deve trazer. Mas, ao mesmo tempo, a castidade é o caminho certo para a felicidade”.
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Karol Wojtyla (Papa João Paulo II), no livro “Amor e Responsabilidade” p. 169 a 172, edição em inglês.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Vídeo - O que é a castidade
O post de hoje é um vídeo curto do Jason Evert (muito legal, por sinal!) onde ele fala o que é a castidade e o que é o amor, como a castidade não é compreendida pelo mundo hoje, e responde a perguntas dos jovens. Basta apertar o play. Imperdível! Se alguma coisa der errado, o vídeo está em:
http://www.youtube.com/watch?v=BmC7ZBF9UQM
http://www.youtube.com/watch?v=BmC7ZBF9UQM
quinta-feira, 2 de abril de 2009
E se eu sentir que não mereço um rapaz bom?
Pergunta: E se eu sentir que não mereço um rapaz bom? Será que alguém vai me amar mesmo com meu passado cheio de erros e carregando até hoje essa “bagagem”?
Resposta: Você deve pensar que, quando mais santo é o rapaz, menos provável vai ser que ele te aceite com essa “bagagem”. Na verdade, é justamente o contrário. A Bíblia fala repetidamente de Deus como o noivo e seu povo como a noiva. Quando Israel afastou-se de Deus, no Antigo Testamento, isso foi descrito como um ato de adultério espiritual. No livro de Oséias está escrito, “...esta terra se prostituiu mesmo, afastando-se do SENHOR (Oséias 1, 2). Mesmo assim, o Senhor a tomou para si: “Eu te desposarei para sempre; te desposarei em retidão e em justiça, em amor imutável, e em misericórdia. Eu te desposarei em fidelidade; e tu conhecerás o Senhor”.
Quando um “bom rapaz” ama e aceita uma garota que tem um passado ruim, é um ato de amor à imitação do Pai celeste. Deus amou Israel mesmo quando era impuro, e um “bom rapaz” é capaz de amar uma mulher mesmo se ela tem um passado impuro. Deus purifica sua noive através do trabalho da redenção, “pois ele quis apresentá-la a si mesmo toda bela, sem mancha nem ruga ou qualquer reparo, mas santa e sem defeito (Ef 5, 27). Do mesmo modo, vivendo na pureza com você, um homem de Deus pode lhe ajudar a curar suas memórias. Quanto mais um homem for como Deus, mais ele será capaz de amá-la como Deus nos ama, com toda nossa “bagagem”. Ele nos ama onde estamos, mas nos ama demais para nos deixar onde estamos.
Então, não deixe de ter esperança. Lembro-me que na Jornada Mundial da Juventude em Toronto o Papa João Paulo II disse, “Vocês são jovens e o Papa está velho e um pouco cansado. Mas ele ainda se identifica totalmente com suas esperanças e aspirações. Embora tenha passado por momentos difíceis, sob regimes totalitários severos, vi evidências suficientes para que hoje esteja inabalavelmente convencido de que nenhuma dificuldade, nenhum medo é tão grande que chegue a sufocar completamente a esperança que faz brotar o eterno nos corações dos jovens” (1).
Nenhum de nós merece as graças que Deus nos concede. Sua generosidade é inimaginável. “O que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu” (1 Cor 2, 9). Não abrirei as comportas do céu, não derramarei sobre vós minhas bênçãos de fartura?” (Malaquias 3, 10).
A verdade é que todos cometemos erros. Mesmo bons rapazes possuem algum “passado”, maior ou menor. Imagine se você conhecesse um rapaz com um “mau” passado. Você se recusaria a aceitá-lo? Se você aceitaria tal homem, então porque um bom rapaz recusaria aceitar você? Mantenha viva a esperança, e que as palavras a seguir, de um parido para sua esposa (que tinha dormido com outro homem antes do casamento) sejam um conforto para você: “Eu sempre me senti mais elevado a um alto padrão por você do que por qualquer outra garota com que já namorei. Você era forte, livre, e pura. Isso é tudo que sei de você. E isso é tudo que importa para mim” (2). Não tenha medo de não encontrar um rapaz legal ou de não ter um bom casamento. A falta de virgindade física não impede um bom casamento, mas a falta da virtude da castidade sim.
________________________
1. Homilia na Missa de Encerramento
2. Gresh, And the Bride Wore White, 150.
Traduzido do site Pure Love Club
Resposta: Você deve pensar que, quando mais santo é o rapaz, menos provável vai ser que ele te aceite com essa “bagagem”. Na verdade, é justamente o contrário. A Bíblia fala repetidamente de Deus como o noivo e seu povo como a noiva. Quando Israel afastou-se de Deus, no Antigo Testamento, isso foi descrito como um ato de adultério espiritual. No livro de Oséias está escrito, “...esta terra se prostituiu mesmo, afastando-se do SENHOR (Oséias 1, 2). Mesmo assim, o Senhor a tomou para si: “Eu te desposarei para sempre; te desposarei em retidão e em justiça, em amor imutável, e em misericórdia. Eu te desposarei em fidelidade; e tu conhecerás o Senhor”.
Quando um “bom rapaz” ama e aceita uma garota que tem um passado ruim, é um ato de amor à imitação do Pai celeste. Deus amou Israel mesmo quando era impuro, e um “bom rapaz” é capaz de amar uma mulher mesmo se ela tem um passado impuro. Deus purifica sua noive através do trabalho da redenção, “pois ele quis apresentá-la a si mesmo toda bela, sem mancha nem ruga ou qualquer reparo, mas santa e sem defeito (Ef 5, 27). Do mesmo modo, vivendo na pureza com você, um homem de Deus pode lhe ajudar a curar suas memórias. Quanto mais um homem for como Deus, mais ele será capaz de amá-la como Deus nos ama, com toda nossa “bagagem”. Ele nos ama onde estamos, mas nos ama demais para nos deixar onde estamos.
Então, não deixe de ter esperança. Lembro-me que na Jornada Mundial da Juventude em Toronto o Papa João Paulo II disse, “Vocês são jovens e o Papa está velho e um pouco cansado. Mas ele ainda se identifica totalmente com suas esperanças e aspirações. Embora tenha passado por momentos difíceis, sob regimes totalitários severos, vi evidências suficientes para que hoje esteja inabalavelmente convencido de que nenhuma dificuldade, nenhum medo é tão grande que chegue a sufocar completamente a esperança que faz brotar o eterno nos corações dos jovens” (1).
Nenhum de nós merece as graças que Deus nos concede. Sua generosidade é inimaginável. “O que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu” (1 Cor 2, 9). Não abrirei as comportas do céu, não derramarei sobre vós minhas bênçãos de fartura?” (Malaquias 3, 10).
A verdade é que todos cometemos erros. Mesmo bons rapazes possuem algum “passado”, maior ou menor. Imagine se você conhecesse um rapaz com um “mau” passado. Você se recusaria a aceitá-lo? Se você aceitaria tal homem, então porque um bom rapaz recusaria aceitar você? Mantenha viva a esperança, e que as palavras a seguir, de um parido para sua esposa (que tinha dormido com outro homem antes do casamento) sejam um conforto para você: “Eu sempre me senti mais elevado a um alto padrão por você do que por qualquer outra garota com que já namorei. Você era forte, livre, e pura. Isso é tudo que sei de você. E isso é tudo que importa para mim” (2). Não tenha medo de não encontrar um rapaz legal ou de não ter um bom casamento. A falta de virgindade física não impede um bom casamento, mas a falta da virtude da castidade sim.
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1. Homilia na Missa de Encerramento
2. Gresh, And the Bride Wore White, 150.
Traduzido do site Pure Love Club
quarta-feira, 1 de abril de 2009
É errado só ficar pensando coisas sexuais com garotas? Se for, o que devo fazer?
Para começar, sua atração sexual com relação a mulheres foi colocada em seu coração por Deus, não pelo demônio. Não há nada pecaminoso em se sentir sexualmente atraído por uma garota. É normal e saudável. Não se sinta culpado em ter atração sexual, porque não é a mesma coisa que luxúria ou concupiscência. Só porque você tem fortes desejos, isso não quer dizer que você é impuro.
A luxúria é uma questão diferente, porque é um ato consciente da vontade que permite à sua mente imaginar atos sexuais ilícitos. A luxúria trata a pessoa como objeto – uma coisa a ser usada para seu prazer. Portanto, é uma distorção do amor, e nunca vai lhe satisfazer. Atos sexuais ilícitos, tais como o sexo antes do casamento – ou imaginar sexo pré-conjugal – sempre são incompletos.
Jesus quer que tenhamos a plenitude do amor, e não nos deixemos levar pela luxúria, então ele nos alertou que aquele que olhasse para uma mulher com luxúria em seu coração já teria cometido adultério com ela em seu coração (Mateus 5, 28). Ao dizer isso, Jesus não estava nos condenando, mas sim nos chamando. Faça como diz Paulo, “subjugue todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (2 Coríntios 10, 5).
Com relação ao que fazer com os pensamentos tentadores, eu recomendo o que tenho recomendado em outros lugares: se você tem revistas, vídeos, ou músicas impuras, se livre delas. Torne-se um homem de oração. Seja paciente consigo mesmo. Pensamentos impuros provavelmente virão. Viva um dia de cada vez, um minuto de cada vez, e um pensamento por vez. Não se preocupe excessivamente. A pureza de coração não significa que você nunca é tentado e que deixa de se sentir atraído sexualmente a outras pessoas. Algumas pessoas chegam a pensar que são puras só porque não têm desejos fortes, ou porque nunca tiveram a oportunidade de serem impuros. Isso não é pureza.
Tudo que Deus pede é que você seja fiel a Ele, do modo como Ele se revela para você nesse momento. Ele lhe ama, e lhe dará a graça necessária para manter a pureza como algo de belo para Deus. Ao crescer no controle sobre sua mente, você terá mais e mais controle sobre seu corpo. “Não há tentação que possais sentir que não seja humanamente suportável. Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados acima de vossas forças, mas com a tentação ele providenciará uma maneira de resolução, para que possais suportá-la” (1 Coríntios 10, 13).
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Trecho do livro “ If you really loved me”, de Jason Evert. San Diego: Ed. Catholic Answers, 2003. pg. 201.
A luxúria é uma questão diferente, porque é um ato consciente da vontade que permite à sua mente imaginar atos sexuais ilícitos. A luxúria trata a pessoa como objeto – uma coisa a ser usada para seu prazer. Portanto, é uma distorção do amor, e nunca vai lhe satisfazer. Atos sexuais ilícitos, tais como o sexo antes do casamento – ou imaginar sexo pré-conjugal – sempre são incompletos.
Jesus quer que tenhamos a plenitude do amor, e não nos deixemos levar pela luxúria, então ele nos alertou que aquele que olhasse para uma mulher com luxúria em seu coração já teria cometido adultério com ela em seu coração (Mateus 5, 28). Ao dizer isso, Jesus não estava nos condenando, mas sim nos chamando. Faça como diz Paulo, “subjugue todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (2 Coríntios 10, 5).
Com relação ao que fazer com os pensamentos tentadores, eu recomendo o que tenho recomendado em outros lugares: se você tem revistas, vídeos, ou músicas impuras, se livre delas. Torne-se um homem de oração. Seja paciente consigo mesmo. Pensamentos impuros provavelmente virão. Viva um dia de cada vez, um minuto de cada vez, e um pensamento por vez. Não se preocupe excessivamente. A pureza de coração não significa que você nunca é tentado e que deixa de se sentir atraído sexualmente a outras pessoas. Algumas pessoas chegam a pensar que são puras só porque não têm desejos fortes, ou porque nunca tiveram a oportunidade de serem impuros. Isso não é pureza.
Tudo que Deus pede é que você seja fiel a Ele, do modo como Ele se revela para você nesse momento. Ele lhe ama, e lhe dará a graça necessária para manter a pureza como algo de belo para Deus. Ao crescer no controle sobre sua mente, você terá mais e mais controle sobre seu corpo. “Não há tentação que possais sentir que não seja humanamente suportável. Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados acima de vossas forças, mas com a tentação ele providenciará uma maneira de resolução, para que possais suportá-la” (1 Coríntios 10, 13).
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Trecho do livro “ If you really loved me”, de Jason Evert. San Diego: Ed. Catholic Answers, 2003. pg. 201.
terça-feira, 31 de março de 2009
Por que eu me masturbo? – Ajuda para parar de se masturbar
Assim como ocorre com outras atividades sexuais envolvendo vício, a masturbação pode ter uma ou várias causas. Para poder parar com esse hábito, precisamos ir até a raiz do problema.
Passo 1: Peça a Deus a graça de responder à pergunta “Porque me masturbo?”
Uma oração simples para isso poderia ser:
“Amado Pai, peço que me ajudes a descobrir as razões pelas quais tenho me masturbado. Por favor, revelai-me a verdade, através do Espírito Santo. Em nome de Jesus Cristo, eu ordeno que toda voz que não seja de Deus silencie agora. Que somente a paz de Cristo esteja em meu coração, meu espírito e meu corpo. Obrigado, Pai, em nome de Jesus, Amem”.
A seguir, seria útil passar um tempo em oração silenciosa, escutando o Espírito Santo. Escreva os seus pensamentos, a agradeça a Deus pelo que Ele lhe revelar. Algumas razões comuns que temos visto para a masturbação incluem:
- Diminuir a dor da rejeição, abuso, baixa auto-estima etc.
- Diminuir a frustração e o estresse
- Amor ao prazer
- Auto-piedade
- Independência, auto-suficiência
- Complementar o hábito de ver pornografia
- “Sexo seguro”, tentando manter a virgindade física
- “Alívio saudável” da tensão sexual
- Impaciência, não esperar em Deus
- Razões para meu hábito: ______________ (escrever as suas próprias outras razões)
Passo 2: Identificar as causas mais profundas associadas
Tendo conhecido as razões superficiais para nosso hábito, podemos procurar descobrir as raízes mais profundas dessas razões. Novamente, devemos convidar Deus para nos guiar nessa descoberta. Uma oração para esse momento poderia ser: “Senhor, ajudai-me a compreender as raízes escondidas por trás das razões de meu hábito. Por favor ajuda-me a enxergar a verdade. Obrigado, Pai! Amem”.
As raízes normalmente começam com uma experiência que quebra nosso desenvolvimento saudável no nível físico, emocional ou espiritual. Se respondemos a essa experiência de maneiras não saudáveis (ou seja, pecando), essas raízes crescerão. Há tantos cenários possíveis para explicar como essas raízes começaram, que é impossível cobrir todos aqui. Compartilhando as raízes que temos visto, esperamos ajudá-lo a descobrir as raízes que estão na base de seus próprios hábitos.
Geralmente, as raízes envolvem o pecado que cometemos ou que alguém cometeu contra nós. Aqui estão alguns exemplos de raízes/causas de masturbação:
- Trauma, violência, abuso, molestação
- Rejeição (não era amado pelos pais, era motivo de piada para os colegas, foi rejeitado por namorada etc.)
- Influências dos pais ou antepassados
- Falta de perdão (amargura, ressentimento, rancor etc)
- Ligação com ocultismo
- Pecado sexual
- Orgulho (“Posso fazer por mim mesmo”, ou “Não preciso de ninguém”, ou “Não preciso de Deus” etc.)
- Luxúria e idolatria sexual
- Relacionamentos não saudáveis
- Atividade homossexual e perversões como sexo em grupo, fetiches etc.
Gaste algum tempo pensando em sua vida, começando no ponto mais cedo que conseguir lembrar, e olhando para as indicações de inícios de causas ou raízes tais como as listadas acima. Deixe que o Espírito de Deus o conduza nisso. Listo abaixo alguns períodos típicos da vida. Escreva qualquer causa ou raiz que o Senhor lhe mostrar.
- Primeira Infância (0 a 3 anos)
- Pré-escola (3 a 6 anos)
- Infância (7 a 12 anos)
- Adolescência/Juventude (13 a 19 anos)
- Carreira/Faculdade/Casamento etc. (20 a 40 anos)
- Outros
Aqui está um exemplo de como essas raízes podem começar e crescer em nossas vidas. Um pai censurava continuamente o filho de 7 anos pela sua falta de habilidade nos esportes. O pai não conseguia ver nenhum valor nogosto do seu filho por música, arte e drama. Essas atividades eram “coisas de menina”, de acordo com o pai. O filho ficou emocionalmente machucado pela rejeição de seu pai, e isso se tornou uma “raiz”. Nos anos seguintes, o pai continuou a ridicularizar o filho. O garoto começou a acreditar que não podia fazer nada certo aos olhos de seu pai, e que ele nunca ia ter sucesso em nada. Ao entrar na adolescência, ele respondeu à dor da rejeição se tornando isolado e rebelde. Quando um amigo lhe iniciou na pornografia e na masturbação, o garoto descobriu um prazer que nunca tinha conhecido antes. As imagens da pornografia lhe ofereciam a “aceitação” e o “amor” que ele sempre desejara. Não importava que a pornografia fosse baseada em fantasia – ele iria agarrar todo “amor” e “aceitação” que conseguisse ter. Encontrando consolação na masturbação, ele logo se viu viciado nela.
Passo 3: Remover as raízes
A importância de remover as raízes não pode ser subestimada. Deixá-las à solta pode dificultar o processo de parar de se masturbar. Além do mais, as “raízes” continuariam a soltar “veneno espiritual” e nos prejudicando. Quanto mais permitimos que as raízes permaneçam em nós, mais profundo será o dano de que teremos de recuperar.
Encorajamos-lhe a ser paciente nesse processo de retirar as “raízes”. Isso muitas vezes pode levar tempo. Não permita que o inimigo lhe convença a desistir. Continue no caminho persistentemente, guiado pelo Senhor. Não acredite na mentira de que “você nunca vai ficar livre”.
A. Comece rezando. A oração nos conecta com o poder de Deus. Ele pode fazer impossíveis. Jesus disse: “Para o homem é impossível, mas com Deus nada é impossível” (Mateus 19, 26). Enquanto reza, acredite em seu coração que o poder de Deus vai fazer a diferença. Acredite que Ele está ouvindo sua oração e que vai responder. Sua fé completa o “circuito” do poder de Deus em sua vida.
Um exemplo de oração: “Deus Pai, eu vos agradeço por me amar e por ter morrido por mim. Obrigado por estar comigo neste momento. Por favor, ajudai-me a remover as raízes do meu vício completamente. Por favor, guiai-me e protegei-me do maligno. Eu acredito na liberdade que é minha através de Jesus Cristo. Por favor, ajudai-me em qualquer falta de fé que eu tenha. Obrigado, Pai”.
B. Confissão, arrependimento e desapego. Nesse ponto assumimos a responsabilidade pelo nosso pecado envolvido na masturbação e suas raízes. Arrependemo-nos do pecado nos afastando dele e não mais o aceitando. Finalmente, devemos nos libertar de qualquer atitude não saudável a que tenhamos nos apegado.
Arrependa-se e confesse os pecados envolvidos com seu hábito de masturbação, e dos pecados envolvidos em cada “raiz”. Veja as fontes ou “raízes” que tiver anotado, e peça perdão a Deus, e confesse esse pecados ao sacerdote. Se não tiver certeza sobre os pecados envolvidos, pela ao Espírito Santo que o ajude a identificá-los.
Devemos também nos desapegar que qualquer coisa que nos impeça de viver sem pecado, seja a falta de perdão, memórias, raiva, ódio, malícia, ou desejo de vingança, etc. Falta de perdão e memórias de pecados são comuns em viciados em sexo. Para nos libertar da falta de perdão, devemos perdoar as pessoas envolvidas (com a ajuda de Jesus). Com relação à memórias, devemos rendê-la a Deus e evitar fantasiar no futuro sobre elas.
Exemplo de oração: “Senhor, eu renuncio a essas atitudes ou memórias pecaminosas agora. Especificamente, eu renuncio a _____________ (seus itens específicos). Por favor, afastai isso de mim, e lavai-me com o Sangue de Jesus, retirando de mim qualquer resíduo de maligno. Eu perdôo as pessoas que me fizeram mal: ________________ (listar as pessoas). Por favor, renovai-me com vosso Espírito Santo agora, e substitua as áreas de pecado com amor, júbilo, paz, ternura, paciência, auto-controle, bondade, fidelidade e gentileza. Obrigado, Senhor”.
C. Reze pela cura. Aqui nessa atividade final pedimos a Deus que complete a cura que nosso arrependimento e confissão iniciaram. Algumas atividades que poderão ajudá-lo a rezar pela cura incluem: passar um tempo louvando a Deus; ler passagens bíblicas de curas; silenciar para ouvir a voz de Deus; permitir mais tempo de oração; agradecer ao Senhor pela cura.
Encorajamos-lhe a rezar pela cura nessas e em outras áreas que o Senhor lhe revelar. Também pode ajudar ter alguns amigos em que confie, para rezar por você. Seja paciente e persistente, pois as coisas podem levar algum tempo.
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Trecho de artigo traduzido e adaptado do site: Porn-Free
Passo 1: Peça a Deus a graça de responder à pergunta “Porque me masturbo?”
Uma oração simples para isso poderia ser:
“Amado Pai, peço que me ajudes a descobrir as razões pelas quais tenho me masturbado. Por favor, revelai-me a verdade, através do Espírito Santo. Em nome de Jesus Cristo, eu ordeno que toda voz que não seja de Deus silencie agora. Que somente a paz de Cristo esteja em meu coração, meu espírito e meu corpo. Obrigado, Pai, em nome de Jesus, Amem”.
A seguir, seria útil passar um tempo em oração silenciosa, escutando o Espírito Santo. Escreva os seus pensamentos, a agradeça a Deus pelo que Ele lhe revelar. Algumas razões comuns que temos visto para a masturbação incluem:
- Diminuir a dor da rejeição, abuso, baixa auto-estima etc.
- Diminuir a frustração e o estresse
- Amor ao prazer
- Auto-piedade
- Independência, auto-suficiência
- Complementar o hábito de ver pornografia
- “Sexo seguro”, tentando manter a virgindade física
- “Alívio saudável” da tensão sexual
- Impaciência, não esperar em Deus
- Razões para meu hábito: ______________ (escrever as suas próprias outras razões)
Passo 2: Identificar as causas mais profundas associadas
Tendo conhecido as razões superficiais para nosso hábito, podemos procurar descobrir as raízes mais profundas dessas razões. Novamente, devemos convidar Deus para nos guiar nessa descoberta. Uma oração para esse momento poderia ser: “Senhor, ajudai-me a compreender as raízes escondidas por trás das razões de meu hábito. Por favor ajuda-me a enxergar a verdade. Obrigado, Pai! Amem”.
As raízes normalmente começam com uma experiência que quebra nosso desenvolvimento saudável no nível físico, emocional ou espiritual. Se respondemos a essa experiência de maneiras não saudáveis (ou seja, pecando), essas raízes crescerão. Há tantos cenários possíveis para explicar como essas raízes começaram, que é impossível cobrir todos aqui. Compartilhando as raízes que temos visto, esperamos ajudá-lo a descobrir as raízes que estão na base de seus próprios hábitos.
Geralmente, as raízes envolvem o pecado que cometemos ou que alguém cometeu contra nós. Aqui estão alguns exemplos de raízes/causas de masturbação:
- Trauma, violência, abuso, molestação
- Rejeição (não era amado pelos pais, era motivo de piada para os colegas, foi rejeitado por namorada etc.)
- Influências dos pais ou antepassados
- Falta de perdão (amargura, ressentimento, rancor etc)
- Ligação com ocultismo
- Pecado sexual
- Orgulho (“Posso fazer por mim mesmo”, ou “Não preciso de ninguém”, ou “Não preciso de Deus” etc.)
- Luxúria e idolatria sexual
- Relacionamentos não saudáveis
- Atividade homossexual e perversões como sexo em grupo, fetiches etc.
Gaste algum tempo pensando em sua vida, começando no ponto mais cedo que conseguir lembrar, e olhando para as indicações de inícios de causas ou raízes tais como as listadas acima. Deixe que o Espírito de Deus o conduza nisso. Listo abaixo alguns períodos típicos da vida. Escreva qualquer causa ou raiz que o Senhor lhe mostrar.
- Primeira Infância (0 a 3 anos)
- Pré-escola (3 a 6 anos)
- Infância (7 a 12 anos)
- Adolescência/Juventude (13 a 19 anos)
- Carreira/Faculdade/Casamento etc. (20 a 40 anos)
- Outros
Aqui está um exemplo de como essas raízes podem começar e crescer em nossas vidas. Um pai censurava continuamente o filho de 7 anos pela sua falta de habilidade nos esportes. O pai não conseguia ver nenhum valor nogosto do seu filho por música, arte e drama. Essas atividades eram “coisas de menina”, de acordo com o pai. O filho ficou emocionalmente machucado pela rejeição de seu pai, e isso se tornou uma “raiz”. Nos anos seguintes, o pai continuou a ridicularizar o filho. O garoto começou a acreditar que não podia fazer nada certo aos olhos de seu pai, e que ele nunca ia ter sucesso em nada. Ao entrar na adolescência, ele respondeu à dor da rejeição se tornando isolado e rebelde. Quando um amigo lhe iniciou na pornografia e na masturbação, o garoto descobriu um prazer que nunca tinha conhecido antes. As imagens da pornografia lhe ofereciam a “aceitação” e o “amor” que ele sempre desejara. Não importava que a pornografia fosse baseada em fantasia – ele iria agarrar todo “amor” e “aceitação” que conseguisse ter. Encontrando consolação na masturbação, ele logo se viu viciado nela.
Passo 3: Remover as raízes
A importância de remover as raízes não pode ser subestimada. Deixá-las à solta pode dificultar o processo de parar de se masturbar. Além do mais, as “raízes” continuariam a soltar “veneno espiritual” e nos prejudicando. Quanto mais permitimos que as raízes permaneçam em nós, mais profundo será o dano de que teremos de recuperar.
Encorajamos-lhe a ser paciente nesse processo de retirar as “raízes”. Isso muitas vezes pode levar tempo. Não permita que o inimigo lhe convença a desistir. Continue no caminho persistentemente, guiado pelo Senhor. Não acredite na mentira de que “você nunca vai ficar livre”.
A. Comece rezando. A oração nos conecta com o poder de Deus. Ele pode fazer impossíveis. Jesus disse: “Para o homem é impossível, mas com Deus nada é impossível” (Mateus 19, 26). Enquanto reza, acredite em seu coração que o poder de Deus vai fazer a diferença. Acredite que Ele está ouvindo sua oração e que vai responder. Sua fé completa o “circuito” do poder de Deus em sua vida.
Um exemplo de oração: “Deus Pai, eu vos agradeço por me amar e por ter morrido por mim. Obrigado por estar comigo neste momento. Por favor, ajudai-me a remover as raízes do meu vício completamente. Por favor, guiai-me e protegei-me do maligno. Eu acredito na liberdade que é minha através de Jesus Cristo. Por favor, ajudai-me em qualquer falta de fé que eu tenha. Obrigado, Pai”.
B. Confissão, arrependimento e desapego. Nesse ponto assumimos a responsabilidade pelo nosso pecado envolvido na masturbação e suas raízes. Arrependemo-nos do pecado nos afastando dele e não mais o aceitando. Finalmente, devemos nos libertar de qualquer atitude não saudável a que tenhamos nos apegado.
Arrependa-se e confesse os pecados envolvidos com seu hábito de masturbação, e dos pecados envolvidos em cada “raiz”. Veja as fontes ou “raízes” que tiver anotado, e peça perdão a Deus, e confesse esse pecados ao sacerdote. Se não tiver certeza sobre os pecados envolvidos, pela ao Espírito Santo que o ajude a identificá-los.
Devemos também nos desapegar que qualquer coisa que nos impeça de viver sem pecado, seja a falta de perdão, memórias, raiva, ódio, malícia, ou desejo de vingança, etc. Falta de perdão e memórias de pecados são comuns em viciados em sexo. Para nos libertar da falta de perdão, devemos perdoar as pessoas envolvidas (com a ajuda de Jesus). Com relação à memórias, devemos rendê-la a Deus e evitar fantasiar no futuro sobre elas.
Exemplo de oração: “Senhor, eu renuncio a essas atitudes ou memórias pecaminosas agora. Especificamente, eu renuncio a _____________ (seus itens específicos). Por favor, afastai isso de mim, e lavai-me com o Sangue de Jesus, retirando de mim qualquer resíduo de maligno. Eu perdôo as pessoas que me fizeram mal: ________________ (listar as pessoas). Por favor, renovai-me com vosso Espírito Santo agora, e substitua as áreas de pecado com amor, júbilo, paz, ternura, paciência, auto-controle, bondade, fidelidade e gentileza. Obrigado, Senhor”.
C. Reze pela cura. Aqui nessa atividade final pedimos a Deus que complete a cura que nosso arrependimento e confissão iniciaram. Algumas atividades que poderão ajudá-lo a rezar pela cura incluem: passar um tempo louvando a Deus; ler passagens bíblicas de curas; silenciar para ouvir a voz de Deus; permitir mais tempo de oração; agradecer ao Senhor pela cura.
Encorajamos-lhe a rezar pela cura nessas e em outras áreas que o Senhor lhe revelar. Também pode ajudar ter alguns amigos em que confie, para rezar por você. Seja paciente e persistente, pois as coisas podem levar algum tempo.
________________________________________
Trecho de artigo traduzido e adaptado do site: Porn-Free
segunda-feira, 30 de março de 2009
Participação
Está aberta a participação dos leitores. Vocês podem usar o espaço para "comentários", ao final de cada post. Ou então, se preferirem, podem falar diretamente comigo, através dos e-mails abaixo:
d_p_oliveira@yahoo.com.br
vidaecastidade@gmail.com
Atenciosamente,
Daniel Pinheiro
d_p_oliveira@yahoo.com.br
vidaecastidade@gmail.com
Atenciosamente,
Daniel Pinheiro
Vídeo - Teologia do Corpo para jovens
Pessoal,
Convido para assistir ao vídeo sobre o material "Theology of the Body for teens", ou "Teologia do Corpo para jovens" - está legendado em português. Não estou fazendo diretamente propaganda do material, mas se alguém se interessar... só vai ter a ganhar com isso, pois é excelente, o único porém é ter que saber inglês. Vamos rezar para termos mais material em português. Mas peço que vejam o vídeo para conhecerem um pouco mais e ficarem "instigados" a se aprofundar na Teologia do Corpo, resultado de 129 catequeses proferidas pelo Papa João Paulo II entre 1979 e 1984, durante as audiências gerais das quartas-feiras.
Para maiores informações e outros artigos sobre Teologia do Corpo em português, por favor visitem o site:
www.teologiadocorpo.com.br
Ah, o vídeo está em http://www.youtube.com/watch?v=7uCF-QOK_h8
Mas você pode assistir aqui mesmo, logo abaixo.
Obrigado!
Daniel Pinheiro
Convido para assistir ao vídeo sobre o material "Theology of the Body for teens", ou "Teologia do Corpo para jovens" - está legendado em português. Não estou fazendo diretamente propaganda do material, mas se alguém se interessar... só vai ter a ganhar com isso, pois é excelente, o único porém é ter que saber inglês. Vamos rezar para termos mais material em português. Mas peço que vejam o vídeo para conhecerem um pouco mais e ficarem "instigados" a se aprofundar na Teologia do Corpo, resultado de 129 catequeses proferidas pelo Papa João Paulo II entre 1979 e 1984, durante as audiências gerais das quartas-feiras.
Para maiores informações e outros artigos sobre Teologia do Corpo em português, por favor visitem o site:
www.teologiadocorpo.com.br
Ah, o vídeo está em http://www.youtube.com/watch?v=7uCF-QOK_h8
Mas você pode assistir aqui mesmo, logo abaixo.
Obrigado!
Daniel Pinheiro
Problemas que podem surgir no seu namoro - se isolar dos outros
Por Joshua Harris
O namoro às vezes isola os dois de outros relacionamentos vitais
Na época em que Gabriel e Janete (*) estavam namorando, eles não precisavam de mais ninguém. Se fosse pra passar um tempo a mais com a Janete, Gabriel não se importava de perder o estudo bíblico de quarta à noite com os colegas. Janete nem se preocupava em pensar como estava conversando pouco com sua irmã mais nova e com sua mãe, agora que estava namorando com Gabriel. Nem percebia que, nas poucas vezes que falava com elas, sempre começava as frases com “Gabriel isso...” e “Gabriel disse tal coisa...”. Sem ter intenção, ambos bobamente e egoisticamente se isolaram de outros relacionamentos.
Por sua própria definição, o namoro envolve duas pessoas que se voltam uma para a outra. Infelizmente, em muitos casos o resto do mundo fica muito para trás. Se você já se sentiu deslocado(a) na presença de dois amigos que estão namorando, você sabe como isso é verdade.
Ainda bem que, de todos os problemas que um namoro pode ter, esse é dos mais fáceis de resolver. Ainda assim, os cristãos precisam levar esse problema a sério. Por que? Porque quando permitimos que uma relacionamento ofusque outros, estamos saindo fora de perspectiva. Em Provérbios 15, 22 lemos que, “Os projetos falham por falta de conselho, porém com muitos conselheiros eles conseguem bom êxito”. Se tomamos nossas decisões na vida somente com base na influência de um relacionamento, provavelmente faremos julgamentos precários.
É claro que cometemos esse mesmo erro em muitos outros relacionamentos não românticos. Porém é no namoro que ele aparece com mais frequência, pois esses relacionamentos envolvem nosso coração e nossa emoção. E, por ser um namoro, envolvendo os planos de um casal, normalmente assuntos relevantes relacionados a casamento, família e fé estão em jogo.
E quando duas pessoas não têm clareza de seu nível de compromisso, eles estão particularmente em situação de risco. Você se coloca em uma posição precária quando se isola das pessoas que o amam e sustentam por se lançar inteiramente em um relacionamento romântico sem base em nenhum compromisso. Em “Paixão e Pureza”, Elisabeth Elliot diz, “Enquanto um homem não estiver preparado para pedir uma mulher em casamento, que direito ele tem de exigir sua atenção exclusiva? Enquanto não tiver sido pedida em casamento, porque uma mulher sensível prometeria a um homem sua atenção exclusiva?”. Quantas pessoas, depois que terminam um relacionamento de namoro, descobrem que seus laços com outros amigos estão quebrados?
Quando Gabriel e Janete decidiram, em comum acordo, terminar o namoro, ficaram surpresos ao ver como estavam longe dos outros amigos. Não é que seus outros amigos não gostassem deles; eles sequer os conheciam mais. Nenhum dos dois chegou a investir nada nessas amizades na época em que se concentravam no namoro.
Talvez tenha acontecido algo parecido com você. Ou talvez você tenha passado pela dor e frustração de ter sido relegado a um segundo plano por causa da namorada ou namorado do amigo ou amiga. A atenção exclusiva tão esperada em namoros tem a tendência de roubar das pessoas a paixão por servir à Igreja, e de isolá-los do resto das pessoas que os amam, os membros da família, que são os que os conhecem melhor, e, infelizmente, até mesmo Deus, cuja Vontade é muito mais importante que qualquer interesse romântico.
(*) Nomes fictícios.
_______________________________________
Trecho do artigo "Seven Habits of the Highly Defective Datings", traduzido e adaptado do site Catholic Education Resource Center
O namoro às vezes isola os dois de outros relacionamentos vitais
Na época em que Gabriel e Janete (*) estavam namorando, eles não precisavam de mais ninguém. Se fosse pra passar um tempo a mais com a Janete, Gabriel não se importava de perder o estudo bíblico de quarta à noite com os colegas. Janete nem se preocupava em pensar como estava conversando pouco com sua irmã mais nova e com sua mãe, agora que estava namorando com Gabriel. Nem percebia que, nas poucas vezes que falava com elas, sempre começava as frases com “Gabriel isso...” e “Gabriel disse tal coisa...”. Sem ter intenção, ambos bobamente e egoisticamente se isolaram de outros relacionamentos.
Por sua própria definição, o namoro envolve duas pessoas que se voltam uma para a outra. Infelizmente, em muitos casos o resto do mundo fica muito para trás. Se você já se sentiu deslocado(a) na presença de dois amigos que estão namorando, você sabe como isso é verdade.
Ainda bem que, de todos os problemas que um namoro pode ter, esse é dos mais fáceis de resolver. Ainda assim, os cristãos precisam levar esse problema a sério. Por que? Porque quando permitimos que uma relacionamento ofusque outros, estamos saindo fora de perspectiva. Em Provérbios 15, 22 lemos que, “Os projetos falham por falta de conselho, porém com muitos conselheiros eles conseguem bom êxito”. Se tomamos nossas decisões na vida somente com base na influência de um relacionamento, provavelmente faremos julgamentos precários.
É claro que cometemos esse mesmo erro em muitos outros relacionamentos não românticos. Porém é no namoro que ele aparece com mais frequência, pois esses relacionamentos envolvem nosso coração e nossa emoção. E, por ser um namoro, envolvendo os planos de um casal, normalmente assuntos relevantes relacionados a casamento, família e fé estão em jogo.
E quando duas pessoas não têm clareza de seu nível de compromisso, eles estão particularmente em situação de risco. Você se coloca em uma posição precária quando se isola das pessoas que o amam e sustentam por se lançar inteiramente em um relacionamento romântico sem base em nenhum compromisso. Em “Paixão e Pureza”, Elisabeth Elliot diz, “Enquanto um homem não estiver preparado para pedir uma mulher em casamento, que direito ele tem de exigir sua atenção exclusiva? Enquanto não tiver sido pedida em casamento, porque uma mulher sensível prometeria a um homem sua atenção exclusiva?”. Quantas pessoas, depois que terminam um relacionamento de namoro, descobrem que seus laços com outros amigos estão quebrados?
Quando Gabriel e Janete decidiram, em comum acordo, terminar o namoro, ficaram surpresos ao ver como estavam longe dos outros amigos. Não é que seus outros amigos não gostassem deles; eles sequer os conheciam mais. Nenhum dos dois chegou a investir nada nessas amizades na época em que se concentravam no namoro.
Talvez tenha acontecido algo parecido com você. Ou talvez você tenha passado pela dor e frustração de ter sido relegado a um segundo plano por causa da namorada ou namorado do amigo ou amiga. A atenção exclusiva tão esperada em namoros tem a tendência de roubar das pessoas a paixão por servir à Igreja, e de isolá-los do resto das pessoas que os amam, os membros da família, que são os que os conhecem melhor, e, infelizmente, até mesmo Deus, cuja Vontade é muito mais importante que qualquer interesse romântico.
(*) Nomes fictícios.
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Trecho do artigo "Seven Habits of the Highly Defective Datings", traduzido e adaptado do site Catholic Education Resource Center
domingo, 29 de março de 2009
A masturbação faz mal?
O propósito dessa página é explicar porque a masturbação pode ser prejudicial na sua vida e também encorajar as pessoas a abandonarem essa prática. Certamente a masturbação pode trazer algum prazer temporário, mas normalmente vem acompanhada, em longo prazo, pelo vício e outros problemas de ordem sexual. Peça a Deus que lhe mostre a verdade sobre a masturbação.
1. A masturbação cria um vício!
Peço a quem duvida que a masturbação cria um vício que veja quantas semanas ou meses consegue passar sem se masturbar. Sabemos, hoje em dia, que vícios de ordem sexual são como uma drogadicção auto-induzida. Os hormônios e substâncias que nosso corpo libera durante a excitação sexual criam no cérebro o mesmo efeito que as drogas criam. A masturbação repetida reforça um círculo vicioso na química cerebral (ref.: Exposing Porn: Sciene, Religion, and the New Addiction, Paul Strand, www.cbn.com, Abril de 2004). Assim como nas drogas, na masturbação cada vez mais se necessita de uma quantidade maior de estímulo para atingir o mesmo nível de prazer. Isso pode levar ao aumento na frequência do hábito ou em uma busca sem fim por materiais novos para criar uma experiência mais “excitante”.
2. A masturbação condiciona nosso corpo a responder à auto-estimulação, que é centrada em nós mesmos
Isso prejudica nossa habilidade de nos relacionarmos com uma outra pessoa sexualmente. O sexo é uma experiência relacional, em que damos atenção às necessidades de outra pessoa pelo menos tanto quanto a nossas próprias. Se nos acostumamos a servir somente a nossas próprias necessidades, podemos achar difícil dar ao parceiro(a) a atenção que deseja. Além do mais, os hormônios liberados no cérebro durante a excitação sexual causam uma ligação emocional com o que estivermos olhando e/ou pensando naquela hora. Isso pode nos fazer responder mais à masturbação (e suas fantasias associadas) do que ao sexo real.
3. A masturbação causa um desequilíbrio sexual
A masturbação eleva nosso nível de emoções e treina nossos corpos para procurar a satisfação sexual mais frequentemente do que o normal. O senso comum nos diz que deve haver um equilíbrio entre o sexo e outras atividades em nossa vida. A masturbação rompe esse equilíbrio, treinando nossos corpos e mentes a esperar gratificação mais frequentemente do que o normal. Como em um círculo vicioso, o desequilíbrio entre realidade e fantasia pode levar uma pessoa a aprofundar-se no vício.
O desequilíbrio sexual também pode afetar outras áreas de nossas vidas, desviando energia, tempo e recursos para a atividade masturbatória. Por exemplo, um homem fica acordado até tarde toda noite para procurar pornografia na internet. Sua performance no trabalho fica prejudicada pelo sono, sua família amarga seu mau-humor, sua esposa sente sua falta devido a diminuição de atenção e interesse nela, e sua dívida do cartão de crédito aumenta com os sites pornográficos.
Comentários
A masturbação pode lhe roubar muitas bênçãos que Deus tinha planejado para sua vida. Como cristãos, devemos nos focar não em realizar nossos desejos luxuriosos, mas em cumprir os desejos do Espírito Santo (Romanos 8, 12-13). Jesus ressuscitou para que nós também possamos viver uma nova vida, livre da escravidão do pecado.
__________
Adaptado do site: Porn-Free
__________
Veja outros artigos do blog Vida e Castidade em:
http://vidaecastidade.blogspot.com/2010/07/siga-o-vida-e-castidade-no-twitter.html
1. A masturbação cria um vício!
Peço a quem duvida que a masturbação cria um vício que veja quantas semanas ou meses consegue passar sem se masturbar. Sabemos, hoje em dia, que vícios de ordem sexual são como uma drogadicção auto-induzida. Os hormônios e substâncias que nosso corpo libera durante a excitação sexual criam no cérebro o mesmo efeito que as drogas criam. A masturbação repetida reforça um círculo vicioso na química cerebral (ref.: Exposing Porn: Sciene, Religion, and the New Addiction, Paul Strand, www.cbn.com, Abril de 2004). Assim como nas drogas, na masturbação cada vez mais se necessita de uma quantidade maior de estímulo para atingir o mesmo nível de prazer. Isso pode levar ao aumento na frequência do hábito ou em uma busca sem fim por materiais novos para criar uma experiência mais “excitante”.
2. A masturbação condiciona nosso corpo a responder à auto-estimulação, que é centrada em nós mesmos
Isso prejudica nossa habilidade de nos relacionarmos com uma outra pessoa sexualmente. O sexo é uma experiência relacional, em que damos atenção às necessidades de outra pessoa pelo menos tanto quanto a nossas próprias. Se nos acostumamos a servir somente a nossas próprias necessidades, podemos achar difícil dar ao parceiro(a) a atenção que deseja. Além do mais, os hormônios liberados no cérebro durante a excitação sexual causam uma ligação emocional com o que estivermos olhando e/ou pensando naquela hora. Isso pode nos fazer responder mais à masturbação (e suas fantasias associadas) do que ao sexo real.
3. A masturbação causa um desequilíbrio sexual
A masturbação eleva nosso nível de emoções e treina nossos corpos para procurar a satisfação sexual mais frequentemente do que o normal. O senso comum nos diz que deve haver um equilíbrio entre o sexo e outras atividades em nossa vida. A masturbação rompe esse equilíbrio, treinando nossos corpos e mentes a esperar gratificação mais frequentemente do que o normal. Como em um círculo vicioso, o desequilíbrio entre realidade e fantasia pode levar uma pessoa a aprofundar-se no vício.
O desequilíbrio sexual também pode afetar outras áreas de nossas vidas, desviando energia, tempo e recursos para a atividade masturbatória. Por exemplo, um homem fica acordado até tarde toda noite para procurar pornografia na internet. Sua performance no trabalho fica prejudicada pelo sono, sua família amarga seu mau-humor, sua esposa sente sua falta devido a diminuição de atenção e interesse nela, e sua dívida do cartão de crédito aumenta com os sites pornográficos.
Comentários
A masturbação pode lhe roubar muitas bênçãos que Deus tinha planejado para sua vida. Como cristãos, devemos nos focar não em realizar nossos desejos luxuriosos, mas em cumprir os desejos do Espírito Santo (Romanos 8, 12-13). Jesus ressuscitou para que nós também possamos viver uma nova vida, livre da escravidão do pecado.
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Adaptado do site: Porn-Free
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